sábado, 27 de agosto de 2016

Novo projeto de edição de textos: selo Armada. Primeiro livro: Geopolítica Contemporânea

Por André,

Eis que chega até nós, encabeçado pelos amigos Márcio Scansani e Márcia Xavier de Brito, com a preciosa ajuda de Anna Scansani, uma campanha de crowdfunding para lançar não apenas UMA obra essencial - o debute do sempre excelente Paulo Eneas - mas sim SEIS obras essenciais (algo, diga-se, revolucionário em termos de campanhas de crowdfunding para livros) - das quais me envolverei diretamente com pelo menos uma.

A bola da vez é o "Geopolítica Contemporânea", a reunião de artigos analíticos do Paulo Eneas. Por que a obra é essencial? Muito simples, quantos analistas lusófonos de geopolíticas você conhece? Só aí já são poucos. Quantos com a prosa de qualidade, potente e cuja análise se serve de categorias conservadoras como a do Paulo Eneas? Me aponte um mais porque realmente me interessa.

É mais uma campanha cuja participação é ESSENCIAL:

http://www.kickante.com.br/campanhas/pre-venda-do-livro-geopolitica-contemporanea

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Lee Kuan Yew, o homem responsável pelo que Cingapura tem de melhor e de pior

Lee Kuan Yew, o homem responsável pelo que Cingapura tem de melhor e de pior: Cingapura se tornou independente da Malásia em 1965. Na verdade, o país foi praticamente expulso da Malásia. À época, Cingapura era um país pobre e atrasado -- uma mancha estéril, improdutiva e sombria em uma das mais perigosas regiões do mundo. Com efeito, a renda per capita de Cingapura em 1965 seria equivalente à de um país como Angola ou Kosovo hoje, ajustada pela inflação. No entanto, Cingapura contava com um líder, um fundador visionário: Lee Kuan Yew. E ele tinha ideias claras sobre como modernizar o país. Sua estratégia continha os seguintes elementos: moeda forte e estável; nada de ajudas estrangeiras; empresas privadas de primeiro mundo, plenamente competitivas, operando em um arranjo de livre comércio pleno e sem sofrer regulações onerosas; e um arranjo de lei e ordem. E, para cumprir esses objetivos, o segredo da estratégia era ter um governo pequeno e transparente; um governo minimalista em termos econômicos, que não impunha complexidades e nem burocracia -- daí a contínua presença de Cingapura no topo do ranking da Doing Business, entidade que mensura a facilidade de se empreender ao redor do mundo.

domingo, 7 de agosto de 2016

Corrupção é um fim justificável para o "meio" revolução

Por André,

O problema das tribos do "eocunha", "eoserra", "eometrô" em condenar (as vezes até em admitir) a corrupção do PT é que suas mentes operam sob a batuta da lógica revolucionária em que os fins justificam os meios. O que tem demais se o Lula roubou, se o PT é corrupto já que (supostamente) o PT trouxe alguma bonança social e, pior ainda, enquanto os demais partidos roubaram mas (supostamente) não fizeram? Estamos falando da galera que não liga de depredar patrimônio público, cercear direito de ir e vir e até nadar no sangue da burguesia se necessário for. O que é um "casinho" de corrupção ou outro pra quem pensa assim?

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Como a imprensa narra os fatos? Palestra de Alexandre Borges na Santa Generosa

Por André,

Uma das palestras mais brilhantes que vocês verão nos últimos tempos: como a esquerda é detentora da criação de narrativas no debate público mundial.

sábado, 2 de julho de 2016

Palestra "Eric Voegelin e as religiões políticas", no 2º ciclo de palestras Santa Generosa

Por André,


No último dia 30 tive o prazer de ministrar uma palestra sobre Eric Voegelin e o conceito de religiões políticas no Ciclo de Palestras Santa Generosa, organizado pelo amigo e professor Rodrigo Gurgel. Sintetizo aqui todo o material (vídeo e slides):


domingo, 26 de junho de 2016

Palestra: "Eric Voegelin e as religiões políticas", 2º Ciclo de Palestras Santa Generosa

Por André,


Terei o prazer e honra de fazer uma breve apresentação sobre o tema "Eric Voegelin e as religiões políticas" no 2º Ciclo de palestras Santa Generosa, organizado pelo prof. Rodrigo Gurgel e que já contou com a participação de nomes como Benê Barbosa, Flavio Morgenstern, Josias Teófilo, Paulo Cruz e outros.

A coisa ocorrerá no dia 30 do mês corrente, às 20 horas. Haverá registro em vídeo, com transmissão ao vivo. Após a palestra disponibilizarei o power point.


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Brexit: vitória dos mais pobres, remain: voto das elites, da burocracia e dos ricos

Por André,



PRA SABER COMO A ESQUERDA AMA OS POBRES

Resultados interessantes de uma pesquisa de opinião da The Economist sobre o Brexit:

Entre os conservadores (direita): 38 ficar, 53 sair, 8 não sabem.

Entre os trabalhistas (esquerda): 65 ficar, 28 sair, 8 não sabem.

Entre os homens: 41 ficar, 41 sair, 6 não sabem.

Entre as mulheres: 37 ficar, 39 sair, 10 não sabem.

Entre os ricos: 54 ficar, 37 sair, 7 não sabem.

Entre os pobres: 34 ficar, 53 sair, 11 não sabem.

Grupos que querem ficar: esquerda e ricos.
Grupos que querem sair: conservadores, mulheres e pobres. Oligarcas, eurocratas, Obama, George Soros.

MAIS uma vez, como tem sido há bons tempos, o esquerdismo está associado às vontades das elites autoproclamadas sábias e poderosas, representadas pelo establishment político e, no caso europeu, pela eurocracia de Bruxelas.

SÓ TENHO 01 COISA A DIZER: CHORA MAIS. E se reclamar muito vem Donald Trump por aí.

Dados extraídos de: http://www.economist.com/…/…/2016/06/britain-s-eu-referendum

sábado, 18 de junho de 2016

Documentário sobre as charges dinamarquesas de Maomé

Por André,

Por indicação do amigo Marcio Scansani, assisti esse belo documentário da TV portuguesa RTP. Um ótimo antídoto para aqueles dispostos a "dourar a pílula" do islã e serem mais realistas que o rei afirmando a natureza pacífica da religião de Maomé. 

Também fica mais uma vez nítido o embuste que é a distinção entre a "minoria radical" e a "maioria violenta": a maioria violenta age, incitada pelos líderes, com a cumplicidade dos pacíficos que simplesmente afirmam "aguardem a reação" (não será deles, os "pacíficos", mas virá de algum lugar e eles não farão nada sobre isso):