quinta-feira, 18 de abril de 2019

É Realizações lança coleção de romances filosóficos

Por André,




A É Realizações Editora lança a partir de hoje uma coleção chamada “Ficções Filosóficas”. Os três primeiros lançamentos da coleção entraram hoje em pré-venda no site (estão indo para a gráfica nos próximos dias). Como o próprio nome da coleção diz, nela constam ficções permeadas de questões filosóficas (e, na maioria das vezes, escritas por filósofos). São eles:


“A História de Rasselas, Príncipe da Abissínia”, de Johnson Samuel (um clássico da literatura inglesa, com prefácio de Theodore Dalrymple)


“Homens da Tarde”, de Mário Ferreira dos Santos (fascinante, romance inédito do filósofo Mário Ferreira dos Santos, inclui o fac-símile do datiloscrito original)


“As Memórias de Underground”, de Roger Scruton (genial, inspirado na experiência do próprio Scruton, como colaborador da resistência à União Soviética)


Como todos os livros em pré-venda, cada um está com 20% de desconto.


Mas também foram lançados hoje combos promocionais para a compra destes livros com descontos maiores (promoção válida até 01/05).


Compre pelos links abaixo (e ajude a página, com o crescimento da página, faremos sorteios de livros!):


A História de Rasselas, Príncipe da Abissínia




Homens da Tarde



As Memórias de Underground




Para os combos, vocês podem usar este link:

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Jordan Peterson em entrevista no think tank Heritage Foundation

Por André,




quarta-feira, 10 de abril de 2019

Podcast: Luciano Oliveira e eu comentamos a cobertura da imprensa dos 100 primeiros dias do governo Bolsonaro

Por André,




Podcast: Luciano Oliveira e eu comentamos a viagem de Bolsonaro ao Chile

Por André,




Podcast: Luciano Oliveira e eu comentamos a viagem de Bolsonaro aos EUA e seu encontro com Trump

Por André,




Podcast: Luciano Oliveira e eu comentamos a viagem de Bolsonaro aos EUA e seu encontro com Trump

Por André,







domingo, 7 de abril de 2019

1964 - O Brasil entre armas e livros - o filme que a esquerda tentou censurar

Por André,

A rede Cinemarx tentou censurar a exibição do filme produzido pelo Brasil Paralelo. A esquerda, como era de se esperar com respeito ao assunto liberdade de expressão, burra como uma porta, só fez atiçar o sentimento de curiosidade a respeito do filme ao se negar a exibi-lo.

Segue a produção, disponível no Youtube e já com mais de 4 milhões de visualizações (recorde para o gênero):






sábado, 30 de março de 2019

O retorno do cão arrependido: o direitismo do nazismo

Por André,

A discussão sobre o esquerdismo, direitismo ou "terceira via" do nazismo voltou (e tenho a impressão que voltará ainda outras vezes).

Antes eu achava esse debate interessante, recentemente tenho achado um porre.

Então vou dizer algumas coisas que considero importantes e que fogem do arroz-com-feijão da discussão (coletivismo, partido socialista etc.):

a - a turma que dá carteirada com "especialistas alemães dizem isso ou aquilo" são os mesmos que acreditam em teorias da conspiração descartadas por autoridades como gênero/sexo ser construção social, conluio com a Rússia, Lula inocente, zapgate e outras. Ou seja, o uso das tais autoridades é pura carteirada conveniente.


b - costuma-se negligenciar o caráter estratégico-propagandístico da acusação de direitismo exemplar do nazismo. Quem está acostumado a debates históricos sobre a Segunda Guerra sabe que os comunistas gostam de fazer revisionismo histórico para tomar para si todos os créditos pela derrota de Hitler (imagem de Stálin dando cruzado em Hitler), quando, na verdade, a URSS aliou-se aos Aliados tardiamente e pode combater graças a muitos dólares americanos e ao importante trabalho das Forças Aéreas Reais (RAF). Propagandisticamente, tornou-se interessante a soviéticos se venderem como únicos combatentes do fascismo e, por corolário, empurrarem para o colo de qualquer opositor a pecha de "fascista".


c - o cara do ataque à Nova Zelândia. Foi classificado de extremo-direitista e neonazista. O que tem de direitismo emblemático naquele sujeito? Não é conservador (pelo menos em qualquer sentido ocidental tradicional), não é liberal (clássico), não é cristão, é ambientalista, pagão, professa direitos trabalhistas e tem fixação com etnia. Transponha isso para meados da década de 20 do século passado, o que há de direitista nisso num período em que já existiam os Partido Conservador, Churchill, o establishment americano etc? O que quer que seja o direitismo do nazismo e de caras como o da Nova Zelândia, é uma coisa bastante diferente do que chamamos de direitismo e conservadorismo no Ocidente.


d - "c" joga água no moinho da tese que o nazismo não seria nem de esquerda nem de direita, mas a tal "terceira via". Essa é uma análise para cientistas políticos e claramente um exercício feito posteriormente, pois não havia o conceito na época (até onde me consta). Discutir se o nazismo eventualmente seria uma ideologia de "terceira via" implica numa discussão HONESTA sobre assunto; à parte da atmosfera propagandística de se retratar qualquer opositor do comunismo/esquerdismo como nazista/fascista (o que clara e nitidamente não é o sentimento atual). Se podemos discutir se o nazismo é de terceira via, não há impedimento intelectual algum para discutir seus elementos de esquerda (apesar de na época, supostamente, ser "evidente" que o nazismo era de direita e/ou apoiado por direitistas).


e - Hannah Arendt em "As Origens do Totalitarismo" retrata nazismo e comunismo como ideologias irmãs (mesmo irmãos gêmeos podem tomar rumos completamente distintos) e Hitler e Stalin como admiradores um do outro. Hitler admiraria Stalin mais do que admirava Mussolini (outro com profundo passado no socialismo não-marxista).


f - o nazismo pode conter elementos "direitistas" como nacionalismo, hierarquização social, entusiasmo com a cultura clássica e preocupação com a deterioração cultural, mas seus MÉTODOS são claramente REVOLUCIONÁRIOS. Duguinistas, terceiras-via etc. costumam se intitular "revolucionários conservadores", pois sabem que não há outro meio de implante de suas ideias por meio de conservação do passado, mas apenas do rompimento quase que total com a ordem, de maneira idêntica a qualquer revolucionarismo de esquerda, mostrando o quanto estão imbuídos de gnosticismo (pois, supostamente, detém o conhecimento necessário para corrigir a ordem da realidade de maneira a criar a ordem social perfeita, seja ela projeção do passado no presente ou mirando o futuro).


That's all for today, folks.