segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Impressões finais sobre a USP



Não vou mais empregar** meu precioso tempo (seria como deixar de ler Flaubert para ouvir Lula) tratando de uma parcela INSIGNIFICANTE de 'alunos'. Dum universo de 90.000, se 1000 estiveram envolvidos nisso são felizardos. O que me chateia é que a fama recai toda sobre toda a FFLCH, e sobre todos os seus alunos em especial, sobre os futuros 'filósofos' (a safra tem sido excelente, não?).






Isso é motivo mais que suficiente para a permanência da polícia no campus. Quem não deve não teme. Já pensaram se a polícia perde essa briga e todos os usuários decidem migrar para a USP? Seria a consequência imediata, afinal ela tem leis próprias que não se aplicam ao restante da cidade/país, apreender as drogas e fichar os drogados é "repressão" do estado opressor.

Os 'estudantes' que protestaram, deveriam estudar mais, parar de torrar as bolsas do CNPq, Capes e FAPESP com álcool e drogas, e deixá-las pra quem sonha em estudar na USP. Parar de bancar o militante socialista/comunista enquanto usa roupas e acessórios de marca, carros do ano etc. Parar de enlamar a imagem da Filosofia e das Humanidades em geral, após espetáculos dantescos como estes, naturalmente associadas a arruaça e movimentos sem causa ou com causas imbecis.

Que tal militarem por milhares de causas que valem a pena? A estrutura física da FFLCH, a democratização/acessibilidade da USP, ah não, eles pensam no próprio umbiguinho, nos direitinhos individuais medíocres deles...

***



** em muito breve escreverei uma pequeno comentário sobre o nível que a organização Liga Humanista Secular do Brasil, expressa pelo site Bule Voador atingiu, nível de panfletagem esquerdista braba. (o que, po exemplo, já levou, por exemplo, o Ceticismo Aberto a remover qualquer associação entre as siglas)  Fiz um comentário contra um textículo ridículo postado na página do Facebook da associação (a qual tenho e mantenho certa simpatia), bem o comentário foi sumariamente apagado, e fiquei inabilitado de escrever na página da Associação. Explicarei o tom da conversa num post futuro, falando da comum e errônea associação entre ateísmo e esquerdismo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

1. Seja polido;

2. Preze pela ortografia e gramática da sua língua-mãe.