sábado, 31 de dezembro de 2011

Milton Friedman refutando colonialismo coitadista



Esse assunto muito me interessa, juntamente com escravidão de povos brancos. O que impele a um dia, quem sabe, cursar História.

O assunto é complexo, mas penso que o lugar-comum da historiografia marxista, a saber, que a História divide-se em coitadinhos-mulatinhos-oprimidinhos e malvadões-brancos-opressores esteja definitivamente refutado entre os pensadores especializados sérios.

Como disse o Milton Friedman, em certos países africanos, antes da colonização, eles viviam mal, mil vezes pior do que hoje e sequer sabiam o que é uma roda. Isso quer dizer que tudo foi uma mar de rosas e um céu de brigadeiro? Não. Apenas que a coisa era pior antes. A África é um caso particular, existem dois bons livros para inteirar-se do tema: um do historiador Roland Oliver (The African Experience) e outro de um historiador senegalês que me foge o nome agora.

O mesmo valendo para a colonização do Brasil, ao contrário do que dizem os especialistas marxistas, os índios não eram as encarnações do bom-selvagem rousseauísta e os portugueses sanguinários impiedosos. Os índios já se matavam antes da chegada dos europeus. Os europeus trouxeram-lhes novas doenças? Pois a recíproca é verdadeira.

O jornalista Leandro Narloch tem feito um trabalho excepcional publicando guias históricos politicamente "incorretos" (como a verdade pode ser incorreta?), que nada mais são que reafirmações de verdades reconhecidas a décadas no meio da historiografia não-marxista. 

O miolo da tese não é fazer o oposto do que fazem os marxistas e tentar dizer que a colonização foi 100% boa e que os europeus se portaram como anjos vindos do céu, mas apenas mostrar que o mundo NÃO se divide entre oprimidos e opressores e que alguns chavões marxistas precisam ser revistos e não podem mais ser ensinados para nossas crianças.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

1. Seja polido;

2. Preze pela ortografia e gramática da sua língua-mãe.