sexta-feira, 9 de março de 2012

Mais um caso de "problemas" com brasileiros no aeroporto de Barajas. "Racismo" (??), será?

Mais uma vez estamos assistindo ao um carnaval (sem trocadilho!) orquestrado por brasileiros no aeroporto de Barajas, Madri-Espanha.

O que reforça a comoção nacional (??) nesse caso é que a envolvida é uma senhora de 77 anos.

Será, como dizem os comentários do site da Folha, mais um caso de "racismo"? [Desculpem as aspas, não participei do último meeting de antropólogos em que ficou decidido que brasileiro é um novo tipo de raça].

Duvido muito, eis os motivos:

- Da reportagem: Dona Rosinha, como é conhecida, chegou ao país europeu com uma neta, na segunda-feira (5), após embarcar em um voo da Air China que partiu do aeroporto de Cumbica (estaria ela tentando deixar de presente mais um parente pelas bandas do Velho mundo? Fica a questão...)

A seguir, ela fala dos dias com banho "sem sabonete" e da "comida sem sal" da primeira ("e última", diz) viagem ao exterior na vida.
Folha - Como foi a detenção?

Dionísia Rosa da Silva - Eu cheguei com a minha neta e três malas. Tinha 70 euros e a passagem de volta. O policial me pediu para sair da fila. Falei: "Justo eu, com essa idade?".

Como conseguiu conversar com os policiais?

A gente entende, né... Dá uma de "joão sem braço".
- Nenhum país do mundo é idiota para rejeitar turistas legítimos, pois eles trazem grana e movimentam a economia, o que é bom para um país em crise e típico do turista brasileiro, que é deslumbrado e gastão;

- A neta da senhora é imigrante ilegal no país e sequer se prestou solidariedade à avó se juntando a ele na prazerosa volta à "patria amada Brasil";

- A senhora estava munida de polpudos 70 euros e sem garantias de hospedagem, a mesma não falava espanhol (e, desconfio, nem português);

Será que um país em crise está interessado em ter mais um imigrante para sustentar?

Será que a experiência passada, de brasileiros que vendem documentos falsos, aliciam a vinda de outros brasileiros ilegais, agenciam a prostituição não depõe contra TODA entrada de ""turistas"" nas condições da senhorinha?

Quer isso conte, quer não, os brasileiros usarão de um tal de princípio de reciprocidade e passarão a praticar o mesmo com os turistas espanhóis que vierem ao Brasil.

Melhor o serviço da Telefônica? NÃO.

Tratarem de cuidar da exploração sexual no Nordeste? NÃO.

Vão torrar as paciências dos turistas espanhóis que, esses sim, virão só gastar grana por aqui.

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