quinta-feira, 5 de abril de 2012

Angela Merkel desfere PAULADA na cara de Dilma, ensina à presidentA com quantos paus se faz uma canoa


Num textículo mixuruca, o Jornal do Brasil “rebateu” uma resposta da primeira-ministra alemã Angela Merkel. Na verdade rebateu o jornal alemão Manager Magazin também. Vejamos o que foi escrito:
Diante da arrogância da Dilma, a Chefe de Estado alemã, Angela Merkel deu uma entrevista à TV alemã ontem à noite na qual mandou um recadinho:
- Essa senhora vem à Alemanha nos dizer o que temos que fazer? Ora, a Alemanha vai bem, obrigado, apesar de tudo. Mas eu vou aproveitar para dar um conselho a ela: antes de vir aqui reclamar das nossas políticas econômicas, por que ela não diminui os gastos do governo dela e diminui os juros que são exorbitantes no Brasil? Se eu posso emprestar dinheiro a juros baixos e o meu povo pode ganhar juros absurdos lá no país dela, não vou ser eu que direi ao meu povo que não faça isso.
Ela que torne a especulação no país dela menos atraente.
Ora, foi dita alguma mentira? A Alemanha é a maior potência européia, e eles podem emprestar dinheiros a custo baixíssimo. Japão então beira o 0. Mas o Brasil gosta de meter a faca. Basta dar uma olhadinha nos juros do Banco do Brasil e vemos que não existem razões para juros tão altos. Bem, vejamos a resposta desse jornalzinho medíocre:

O Brasil não aceita nenhum tipo de observação de uma chefe de estado de um país que sanguinariamente destruiu navios e matou brasileiros, sob o comando de um ditador louco.
Godwin curtiu isso. Veja que eles ao invés de argumentar racionalmente evocam a história e o nazismo. Agora o que a atual política alemã tem a ver com o nazismo?
A nossa politica econômica não pode sofrer reprimenda de quem, para nós, comanda uma política econômica arbitrária, sanguinária, permitindo conflitos de jovens como vêm acontecendo na Grécia, Espanha, Itália e Portugal.
Realmente, é só para vocês, do jornal. O que a Alemanha a ver com o que acontece em outros países? Ainda que sejam da União Européia cada país tem a sua política econômica. Se nesses países ocorrem conflitos não é Alemanha que tem algo a ver com isso.
Nós, brasileiros, não aceitamos repreensões da chefe de estado de um país que queimava homens vivos em campos de concentração, como aconteceu com seis milhões de judeus em Auschwitz, Treblinka e Majdanek, entre tantos outros.
Nem vou comentar. Afinal o Brasil tem uma história linda: o Paraguai que o diga.
Viva a presidenta Dilma.
Claro! O Lula também, mas ao contrário.

Depois falam do “amadorismo” da Veja e outros veículos que dizem ser reacionários. Essa apologia petista/esquerdista do Jornal do Brasil foi simplesmente risível e não pude deixar de comentar. E mais uma vez a Lei de Godwin se mostrou infalível como qualquer lei física.

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Eu já falei da Lei de Godwin aqui mesmo, neste site. É incrível como eu acho esses relinchos patrióticos engraçados e como é desonesta essa rememoração ao passado nazista da Alemanha, os alemães vão pagar eternamente por isso? O que isso tem a ver com uma questão estritamente econômica?

Isso parece aquelas seitas fundamentalistas cristãs que explicam o mal no mundo pela via do "pecado" de Adão e Eva, tipo, todo mundo se ferraeternamente por causa do "pecado" de dois sujeitos...

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