segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Ateus devem comemorar o Natal? A concepção objetivista de Ayn Rand

Por André,


É ADEQUADO A UM ATEU COMEMORAR O NATAL?

Claro que sim. Um feriado nacional [em um país laico] não pode ter um significado exclusivamente religioso. O significado secular do feriado de Natal é mais amplo do que os dogmas de qualquer religião em particular: significa boa vontade para com os homens - um estado de espírito que não é propriedade exclusiva (embora supostamente seja parte, mas uma parte grandemente não observada) da religião cristã.

O aspecto atraente do Natal é o fato de que ele expressa boa vontade de uma maneira alegre, feliz, benevolente, não-sacrificial. As pessoas dizem: "Feliz Natal" – e não "Chorai e vos Arrependei." E a boa vontade é expressa em uma forma material, terrena - dando presentes aos amigos ou lhes enviando cartões em sinal de recordação.

O melhor aspecto do Natal é o aspecto normalmente condenado pelos místicos: o fato de que o Natal foi comercializado. A compra de presentes (...) estimula uma enorme exibição de engenhosidade na criação de produtos devotados a um único propósito: dar prazer aos homens. E as decorações de rua instaladas pelas lojas e outras instituições - as árvores de Natal, os pisca-piscas, o brilho das cores - dão à cidade um aspecto espetacular, o qual só a "cobiça comercial" poderia nos fornecer. É preciso ser terrivelmente deprimido para resistir à maravilhosa alegria deste espetáculo". (AYN RAND)

http://aynrandlexicon.com/lexicon/christmas.html
Leia também: O Natal deve ser mais comercial por Leonard Peikoff, estudioso do objetivismo.
Créditos pela tradução: Breno Barreto, do grupo Ayn Rand Brasil no Facebook.

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