segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A humildade segundo o objetivismo

Por André,


"Não há covarde mais desprezível do que o homem que abandona a batalha em nome da sua alegria, com medo de afirmar o seu direito à existência, faltando-lhe a coragem e lealdade para com a vida que um pássaro ou uma flor estendendo ao sol demonstram. Descarte os trapos sujos desse vício que chama de virtude: humildade - aprender a valorizar a si próprio, que significa: lutar por sua felicidade - e quando você aprende que o orgulho é a soma de todas as virtudes, aprende a viver como um homem."

"Humildade e arrogância são sempre dois lados da mesma moeda, e sempre compartilham a tarefa de preencher o espaço deixado pela auto-estima de uma mentalidade coletivizada. O homem que está disposto a servir como um meio para os fins dos outros, necessariamente verá os outros como meios para seus fins"

"A auto-humilhação é a antítese da moralidade. Se um homem agiu imoralmente, mas se arrepende e quer expiar-se, auto-humilhação não é o que o move, mas o amor por outros valores morais - e não é auto-humilhação o que ele expressa, mas um desejo de recuperar sua auto-estima. A humildade não é reconhecer as falhas de alguém, mas uma rejeição da moralidade. "Eu não sou bom" é uma declaração que pode ser pronunciada apenas no passado. Dizer "Eu não sou bom" é declarar: "...  não tenho intenção de melhorar jamais"

Fontes:

O Discurso de Galt, For the New Intellectual"

 “Collectivized Ethics,” The Virtue of Selfishness

 “Moral Inflation,” The Ayn Rand Letter
 
 

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