quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Luiz Carlos Prates em comentário sobre bons e maus alunos

Por André,


Concordo com o Prates (esse seu estilo escândaloso também me desagrada, mas isso é outra história). O modelo atual de ensino é uma fábrica de produção de medíocres em larga escala. A qualidade e o mérito são suprimidos, quando não punidos; a incompetência e o demérito dignos de premiação. A igualitarização forçada (onde fica-se subentendido: vocês todos são iguais. Igualmente medíocres) vem impedindo e impedirá o florescimento de gênios ou simplesmente dos mais hábeis - dos melhores. Um Einstein, um Darwin, um Edison jamais surgirão; eles estariam a bolinar os coleguinhas menos espertos, estariam sendo preconceituosos, teriam de, compulsoriamente, abrir mão de seus talentos e atender aos interesses da massa inerte, disforme e medíocre.

Impossível não me reportar aos três romances de Ayn Rand. Em primeiro lugar "Anthem", onde o heró -
Equality 7-2521, o indivíduo genial que vive em atmosfera coletivista, vira-se contra seus algozes e põe sua inteligência em prática, descobrindo a eletricidade (trouxe a luz tanto metaforica quanto factualmente). "A Nascente", onde mais uma vez, vemos o embate genialidade versus mediocridade, o arquiteto Howard Roark, inovador, o melhor de todos, entra em conflito com seus pares medíocres e "A Revolta de Atlas", onde temos um relato completo do caos que é o mundo igualitarista de faz-de-conta inventado por alguns, onde os gênios estão em extinção e o colapso que decorre disso, bem como uma distinção entre a filosofia que fomenta isso e aquela que se apresenta como única alternativa possível.

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