domingo, 3 de março de 2013

“Pibinho” afasta Brasil dos emergentes e aproxima aos estagnados

Por Portal R7,

O desempenho pífio da economia brasileira em 2012, com crescimento de 0,9%, apesar de todas as medidas de estímulo lançadas pelo governo, mostra que o remédio não impediu a piora do doente, apenas evitou que ele entrasse na UTI. A prova disso é que o Brasil agora se encontra na última posição entre os países emergentes e se aproxima do índice dos europeus em plena estagnação econômica.

A timidez brasileira já vem de longe, mas foi acentuada em 2012, principalmente levando-se em conta os números dos parceiros dos Brics e outros emergentes. China cresceu 7,8%, Indonésia 6,2%, Rússia, 3,4%. Entre os vizinhos sulamericanos, até o Peru registrou crescimento de 6,3%.

O resultado alcançado pelo Brasil se aproxima mais da Europa mergulhada na crise: Alemanha, 0,7%, Reino Unido, 0,2% - países que ainda assim podem festejar algum crescimento. Já não é o caso de Portugal (-3,2), Itália (-2,2) e Espanha (-1,4) – que estão em franca estagnação.

Para 2013, o governo brasileiro prevê recuperação: crescimento entre 3 e 4%. Mas, diante dos erros recentes nas profecias, é prudente esperar. O mais provável é que a presidente Dilma passe a cobrar mais dedicação à equipe na busca de novas medidas para obter o prometido crescimento.

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