sábado, 22 de junho de 2013

Duas coisas para se tomar cuidado: o monopólio da vitude e as propostas absurdas da esquerda

Por André,

Os mais desatentos devem ficar alerta para duas coisas nessas manifestações orquestradas pela esquerda. Primeiro lugar, não apenas os monopólio das manifestações eles clamam para si, mas o da virtude também.

Qualquer coisa diferente de pedir estatização geral, manifestação pública e empunhar de bandeira vermelha é tido como crime moral contra a nação. Como diz a imagem "desculpa o transtorno, estamos mudando o país".

Os bastiões da ética, paladinos da moral, estão mudando o país.Qualquer um que não faça é o quê? Contra o país, contra mudanças que trarão (?) coisas boas para os mais necessitados.

Essa estratégia da esquerda é típica. Uso exagerado de falácias ad misecordiam. Ou você bandeira a favor das causas deles (estatização dos serviços, expropriação de propriedades privadas, poder pleno ao (SIC) 'povo' etc etc) ou é contra o país, contra os pobres, contra a mudança etc etc. A esquerda transforma questões cognitivas, políticas e econômicas em questões de ordem moral, quem não adere à sua agenda, não está errado, mas é moralmente depravado.

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Depois, não se espante com essas propostas absurdas da esquerda, do tipo "passe livre", transporte gratuito e de qualidade (aquele que te manda pra Gulag) pra todo mundo.

Isso é economicamente inviável.

Porém esse é o objetivo. Lançar pautas populistas (quem não quer andar por aí, o tempo todo, todos os dias 'de graça'?) que são irrealizáveis a longo prazo e que, por consequência, não serão atendidas. Pois então se lançam como os únicos capazes de operar o milagre político-econômico.

Sem muito apelo emotivo e sem mexer com os humores e desejos das pessoas a esquerda simplesmente não existe.

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