quinta-feira, 4 de julho de 2013

Neste 4 de julho em que a América está doente, apresenta-se a razão: governo, Banco Central, FED.

Por André,


A América (sim, a América) legou ao mundo a fórmula da prosperidade: liberdade para os indivíduos. Governo de menos, regulação de menos, Banco Central de menos. O princípio básico já estava em Thomas Jefferson. Tudo isso fez dos EUA a nação mais próspera do mundo, objeto de desejo de muitos. Contudo, as coisas mudaram, em 2008 adveio a (risos) "crise do capital" que mergulhou a América numa crise que se mostra sem precedentes.

Eis um vídeo que explica, prova e mostra isso com uma boa riqueza de fatos e curiosidades históricas (discursos de Jefferson, a morte de Kennedy etc):



Antes de qualquer comentário imbecilizante de algum militante antiamericano idiota (perdão pelo pleonasmo), sugiro leituras:

Antiamericanismo patológico.

A obsessão antiamericana (Jean François Revel).

Este livro de Revel é excelente para entender como o ódio aos EUA parte tanto de países desenvolvidos como de subdesenvolvidos, o que prova que o problema não é apenas a mera questão do desenvolvimento (a França é desenvolvida),  mas uma questão de pura inveja.

Também sugiro que pense bem de onde está escrevendo ou lendo este texto. De um Apple? De um PC? Do seu smartphone? Essa tecnologia é exclusivamente americana? Pode não ser, mas dificilmente chegou às suas mãos sem passar pelas mãos ou mente de uma americano. Se não passou, é fruto do sistema no qual os EUA é(era) mestre e pioneiro: o capitalismo.

E vou mais fundo: você, que diz odiar os EUA entre seus amigos cult que pagam sessenta reais numa camisa com a estampa do Che pra posar de intelectual manjador de política internacional, mas quando sai dali quer aproveitar a promoção do McDonalds de BigMac por cinco reais (o BigMac brasileiro é o mais caro do planeta) pra se empanturrar, mesmo sabendo que não é saudável, que a propaganda é enganosa (o lanche não tem o mesmo tamanho que o da TV) e faz tudo isso porque, no fundo o lanche é gostoso, você, meu caro, é hipócrita. Como 99,9% dos antiamericanos.

Pra quem quiser sair do senso comum, pense na abundância de tecnologia legada ao mundo pelos EUA. Médica, farmacêutica, em matéria de comunicação.

Depois pense no intervalo pequeno de tempo com os que os EUA conseguiu tão pouco. E antes de falar exploração, pense no porque de outras nações que exploraram tanto não obtiveram o mesmo resultado? Por que nações nunca nem exploradas nem exploradoras nunca atingiram o objetivo?

Saia do casulo marxista e vá ler outra coisa.

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