terça-feira, 13 de agosto de 2013

A esquerda e o empobrecimento do mundo acadêmico

Por André,
A esquerda não existe mais, ouço por aí. Não existe mais ONDE, cara pálida? Não contente com o velho quadro político tradicional (eleições, palanques, candidatos), eles tomaram conta da educação básica, da alta cultura (tentando convertê-la em baixa), da TV. A nova roupagem é a descrita abaixo, pelo próprio Rorty, um eminente esquerdista da "New Left" americana. Pregam uma aberração filosófica chamada relativismo (2 minutos de Aristóteles e 'os cara tão morto'), mas só até a página dois, "tudo é relativo", menos na hora de rejeitar 'preconceitos', de impor a correção política, de bradar contra sexismo, imperialismo, racismo etc. etc. Sugira a ideia de que a Cultura ocidental, que autoriza aberrações como essa, ser livre, que verás o absolutismo voltando à galope. Atentem-se.

"uma nova esquerda cultural americana é feita de desconstrucionistas, novos historicistas, pessoas de estudos de gênero, estudos étnicos, estudos de mídia, alguns marxistas restantes, e assim por diante. Essa esquerda gostaria de usar os Departamentos de Inglês, Francês e Literatura Comparada das universidades como palcos para ação política" (KIMBALL apud RORTY, 1998, p. 22)

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