quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Brasil já é decepção para The Economist

Por André,


"A The Economist, revista britânica normalmente alinhada com a esquerda light europeia, se empolgou com o Brasil em 2009, já no clima eleitoral da votação que colocou Dilma no Planalto no ano seguinte, assim como bancou a cheerleader de Barack Obama em tempo de influenciar a eleição do ano passado. Depois a revista 'se arrepende', mas assim fica fácil né? Apoia esquerdista na eleição e depois diz 'desculpa aí, gente'. Eu não desculpo. Depois não sabem por que, no Brasil, é publicada pela Cartilha Capetal." (Alexandre Borges)

"'O comunismo era bom, mas se desvirtuou...'; 'O PT era bom, mas se corrompeu...'; 'O Brasil ia decolar, mas caiu...'; 'A Terra era o centro do universo, mas aí veio o Sol e...'" (Felipe Moura Brasil)
Me lembro bem do injustificado furor com a economia brasileira quando esta ultrapassou a britânica. Bem como o tratamento dado aos que analisaram o fato de forma cética e centrada (a reação de Miguel Nicolelis em situação semelhante pode ser observada aqui). 
A primeira capa da The Economist, publicação de agrado da esquerda festiva mundial, foi motivo de confetes no meio da mídia governista, será que a segunda capa receberá a mesma atenção? Muito provavelmente não, agora, para a militância petista e sua esgotosfera, a The Economist faz parte da rede imperialista invejosa-gringa-falida-anti-Brasil.

O Brasil estragou tudo?, questiona revista 'Economist'

 

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