segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Marilia Moschkovich tenta justificar agressão a coronel da PM

Por André,

Marilia Moschkovich (por sua bio no Twitter: "socióloga, militante feminista, escritora e de vez em quando jornalista") compartilhou a seguinte imagem, tentando fazer a cama para os agressores do PM deitarem:


Vejam as últimas imagens do "mundo melhor" da esquerda chegando (ao qual Marília e Tabatha tentam justificar):


Repliquei Marília via Twitter, apontado a contradição óbvia desse posicionamento: quer dizer então que a partir do alegado erro do policial, segue-se o que vimos? E que isso é permitido em nome de uma pretensa "simetria"? E que muito em breve caberá à esquerda iluminada dizer o que é crime e o que não é?

Como já fora alertado, ao se confrontar com um esquerdista, é essencial compreender o horizonte dialético de seu pensamento: para ele uma contradição não é um pecado lógico que o obriga a abandonar o raciocínio ou a verificar as premissas, é combustível para seguir em frente.

O mimimi torno gira em torno do fato de que os revolucionários estariam apenas "devolvendo" as agressões. Tudo em nome da simetria, de acordo com Marília. Essa é a "solução" da esquerda para problemas: há autoritarismo policial? Ótimo, sejamos autoritários também, para equilibrar a balança e tudo dará certo. O caos se instaura CAUSADO pela própria esquerda que a seguir se postará como a única solução viável para os problemas que ela própria criou.

Essa é a "lógica-dialética" da esquerda: equilibre-se a balança do crime e do erro em vez de eliminar o crime e o erro. O aborto deve ser legalizado "porque mulher rica faz" (e não porque é ou não é legal ou moral), afinal, vamos tornar tudo lindamente "simétrico".

O coronel foi arrogante? É mesmo? E quem é mais arrogante do que aqueles que se arrogam o direito de praticar "violência do bem" em nome do 'mundo melhor'? Como afirma o Pondé hoje "Que Deus tenha piedade de nós num mundo tomado por pessoas que se julgam retas". Todos os grandes ditadores da História, também psicoticamente, acreditavam estar fazendo o certo, que o fim do processo justificaria todos os pecados dos meios.

Porém, em matéria de arrogância, como eu SEMPRE afirmei, ninguém supera os revolucionários, sabem por que os mesmos destruíram o Terminal Parque D. Pedro?


Eles bradam contra o autoritarismo promovendo mais autoritarismo. Bradam contra a violência policial praticando mais violência.

O melhor argumento que podem oferecer para isso? A violência deles é do bem, a dos outros, do mal. Impossível não se remeter ao adágio de Herbert Marcuse: “tolerância libertadora significa: toda tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita”.

Contra os "outros" vale tudo, A quando preciso for e não-A quando preciso for, aos inimigos a lei, a coerência, a paz e tudo mais.


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