terça-feira, 5 de novembro de 2013

Diego Quinteiro, o novo-velho Sakamoto, só que piorado

Por André,

Para Quinteiro, uma versão piorada de Leonardo Sakamoto (o japa escreve melhor que esse gordinho), para que alguém seja rico é necessário que alguém seja pobre. É a falácia da economia de soma zero. Parece que existe um montante fixo de dinheiro desde que o homem aterrissou na Terra e que tudo que resta é degladiarmo-nos para ver quem toma mais de quem. Ideia econômica mais ultrapassada não há. Riqueza se cria, meu chapa.

Deixemos as ideias arcaicas e os chistes sentimentalóides de lado e vamos às estatísticas. Sim, seguem existindo muitos pobres, mas nunca existiram tão poucos e eles nunca foram tão poucos nas nações mais livres do mundo:






O caso específico do enriquecimento do Chile

Ou ainda, o professor Ubiratan Jorge Iório refuta a falácia num único e belo parágrafo:

A primeira é a ideia de que A é pobre porque B é rico, A e B podendo ser pessoas, regiões, países, etnias, gêneros, etc. Tal bobagem, derivada da teoria da exploração de Marx, simplesmente desconhece (ou finge desconhecer) que a história é dinâmica. Conduz, por exemplo, à política externa do PT, que parece guiada por um pretenso teorema, segundo o qual o somatório das pobrezas seria igual à riqueza...

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