segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Islã ou Islamofobia? Ou: quando, na guerra cultural, a esquerda será engolfada por sua própria cria, o Islã radical

Por André,


Assistam este vídeo, depois assistam de novo. Depois leia (sem edição e sem correção) a descrição escrita pelos organizadores dessa "conferência de paz":

Quando organizações muçulmanas convidam Shaykhs, que falam abertamente sobre os valores do islã, a mídia islamofóbica do Ocidente começa a atacar o caráter da organização e do palestrante convidado. A questão sobre a qual estes jornalistas islamofóbicos precisa refletir é: são esses pontos de vista, ditos "radicais", que eles criticam endossados apenas por esses poucos indivíduos convidados ou o muçulmano comum acredita neles? Se o muçulmano comum acredita neles isso significa que mais ou menos todos os muçulmanos são radicais e que o Islã é uma religião radical. Já que este não é o caso, já que o Islã é uma religião de paz, assim como as massas de muçulmanos, estes Shaykhs não podem ser redicais. Trata-se mais da islamofobia da mídia ocidental ignorante, que está mais ocupada em fazer dinheiro alienando o islã, ao apresentar os muçulmanos dessa maneira. A Islam Net, uma organização na Noruega, convidou 9 palestrantes para a Conferência de Paz Escandinava de 2013. Estes palestrantes provavelmente seriam colocados como "extremistas", caso a mídia fosse escrever sobre o evento. Como se deu o fato dessa conferência ter sido a maior Internacional Muçulmana Escandinava, evento que ocorreu na Noruega e teve um número de 4.000 participantes? A maioria desses que participaram discordava do que os palestrantes defendiam? Se sim, por que pagaram para entrar? Esqueçamos isso por um momento, imaginemos que não soubéssemos o que todas essas pessoas pensam sobre segregação entre homens e mulheres ou apedrejar até a morte aqueles que cometem adultério. O presidente da Islam Net, Fahad Ullah Qureshi perguntou isso à plateia e a resposta foi clara. Os participantes eram muçulmanos Sunni comuns. Eles não se consideram radicais ou extremistas. Eles acreditam que a segregação é a coisa certa a fazer, tanto homens como mulheres concordam com isso.  Eles até mesmo apoiam o apedrejamento ou qualquer outra penalização que o Islã ou o profeta Maomé (que a paz esteja com ele) determinem para o adultério ou qualquer outro crime. Eles até acreditam que essa prática devem ser implementadas ao redor do mundo. E o que isso nos diz? Ou todos os muçulmanos e todo o Islã são radicais ou a mídia é Islamofóbica e racista na sua apresentação do Islã. O Islã não é radical, tampouco são os muçulmanos. Isto significa que a mídia é a razão para o ódio contra muçulmanos, que está se espalhando pelos países não-muçulmanos ocidentais.

Sam Harris (extraí a ideia e o texto de seu site), complementa: Este é um documento notável. Leia-o atentamente e você atravessará o país do espelho. Os organizadores dessa conferência creem (com boas razões) que pontos de vista "extremistas" não são raros entre muçulmanos, mesmo no Ocidente. E eles consideram a negação da mídia desse fato um sintoma de... Islamofobia. A serpente do obscurantismo começou, finalmente, a devorar o próprio rabo. Aparentemente, é sinal de racismo imaginar que apenas uma pequena minoria de muçulmanos poderia efetivamente perdoar a subjugação das mulheres e a morte de apóstatas. "Como ousa nos chamar de "extremistas" quando representamos tantos? Não somos o extremo. Este é o Islã". Isso quer dizer alguma coisa. E é hora de esquerdistas (liberals) seculares e (verdadeiros) muçulmanos moderados pararem de negar isso.


Vários pontos merecem comentário nesse vídeo e texto. Primeiro, mais evidente e mais urgente: o Islã, diferente de qualquer outra religião de massa, tem um projeto de poder e dominação global: eles têm uma religião? Sim. Mas também tem uma economia, um direito (a famigerada sharia) e o mesmo ódio, compartilhado pelo outro bloco de dominação global (o russo-chinês): ódio pelo Ocidente, cuja representação maior é o "Grande Satã" - a América.

Qualquer um que comente política e se julgue merecedor de crédito deve levar em conta a existência de blocos de poder que estão, nesse momento, às vezes degladiando-se entre si, mas sempre contra a democracia liberal ocidental: o comunista (russo-chinês), o muçulmano e o globalista.

Ademais, insisto num ponto que já adverti em outros momentos: a estratégia política muçulmana adota a mesma retórica vitimista da esquerda mundial, que exige dinheiro e poder político para "ajudar" as minorias. Toda e qualquer informação sobre o radicalismo islâmico da malévola imprensa ocidental é explicada por mera "islamofobia". Toda e qualquer crítica a Barack Obama é racismo. O barulho dos sinos te faz lembrar de algo?

Outro mito, criado pela imprensa ocidental (atacada por eles próprios) e alimentada pela esquerda "light" (que fica toda ouriçada diante de uma "minoria oprimida", independente da incoerência entre suas premissas e as dos "moderados" muçulmanos) é o de que se trata de uma minoria de muçulmanos que apóia atos terroristas e radicalismos, quando na verdade um número grande de muçulmanos, VIVENDO NA EUROPA, aprovam ações terroristas (20% aprova a ação dos terroristas do 7/7 de Londres, por exemplo), sem mencionar o restante, que permanece silencioso diante dos atos da dita minoria.

A mensagem do texto é clara: o "radicalismo" islâmico não existe porque radicais são minorias e não é a minoria de muçulmanos que aprova o apedrejamento de adúlteras e apóstatas. Mais claro que isso, impossível.

Vale ainda conferir:

Richard Dawkins já enfrentou a fúria, tanto islâmica quanto da esquerda "light" da Grã-Bretanha, por disparar obviedades contra muçulmanos.

Um debate meu entre um esquerdista iluminado cuspidor de fogo contra o cristianismo moderado, mas que vende a alma até para os radicais muçulmanos.

A tragédia a se passar na Bélgica, junto com França, Suécia e Alemanha, a sofrer com o domínio muçulmano: "Bem-vindos ao Belgistão".


E ainda alguns vídeos essenciais sobre o tema:

A guerra contra o cristianismo perpetrada pelos "radicais" (ou seria pelos moderados?), exposta pelo excelente Rand Paul:


E o link evidente entre a conivência ocidental com o projeto de poder muçulmano e a balela do multiculturalismo e do relativismo cultural, exposta por Douglas Murray (recomendo tudo dele disponível no Youtube):





Disso só resta concluir que a esquerda iluminada na Europa será destruída pela sua própria estratégia autofágica de arregimentar quaisquer minorias interessantes para vencer a guerra política. Como fica evidente, mais uma vez, a cobra começa a engolir o próprio rabo: ao legitimar o discurso de radicais (ou moderados, não sei mais) em nome da "boa vizinhança" e, naturalmente, da destruição dos valores ocidentais que autorizam essa boa vizinhança, a esquerda será engolfada por sua própria cria.
ShaykhsS
Shaykhs
Shaykhs

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