quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Diario do Centro do Mundo e Paulo Nogueira. Gentili, por supostas piadas racistas, deveria ser preso, a esquerda ganha patrocínio do Banco do Brasil

Por André,

Já tratei cansativa e exaustivamente do fenômeno do racismo perpetrado pela esquerda. O que abordei no caso Paulo Henrique Amorim é suficiente. Quero aqui fazer apenas alguns registros.

Acho que aqui vale citar a obra de arte de Nogueira (meus alunos de ensino médio escrevem textos mais claros e coesos que esse de Nogueira) por completo (vai que ele decide tirá-la do ar...):

Não é um assunto fácil de tratar.

Mas, ao mesmo tempo, não posso deixar de enfrentá-lo.
Começo, então, com uma digressão.

Uma das coisas notáveis que o ativista negro Malcom X fez pelo seu povo foi, em suas pregações, elevar-lhe a auto-estima.

Malcom X, com seu poder retórico extraordinário, dizia aos que o ouviam que deviam se orgulhar de sua aparência.

Os lábios grossos de vocês são lindos, bem como o cabelo crespo, bem como as narinas dilatadas – bem como, sobretudo, a cor de sua pele.

Os negros americanos tinham sido habituados a se envergonhar de sua aparência, e a buscar tudo que fosse possível para aproximá-la da dos brancos.

O próprio Malcom X, na juventude, alisou os cabelos.

Não foi por vaidade que um dos seguidores de Malcom X, Muhammad Ali, dizia que era o homem mais bonito do mundo. Ali estava na verdade dizendo aos negros que eles eram bonitos.

Ali casou algumas vezes, sempre com negras. Era mais uma maneira de sublinhar a beleza dos negros. Se Ali, no apogeu, tivesse casado com uma loira a mensagem não poderia ser pior.

Pelé, no Brasil, teve uma atitude bem diferente – e não apenas ele. Era como se na ascensão dos negros no Brasil estivesse incluída a mulher branca.

Falta de consciência? Alienação? Deslumbramento? Compensação? Alpinismo social? A resposta a esse fenômeno é, provavelmente, uma mistura de todos estes fatores.

Pelé casou com uma branca, Rose, há meio século. Depois, passou para uma Xuxa adolescente. É uma bênção para as negras brasileiras que seu orgulho nunca tenha estado na dependência de estímulos de celebridades como Pelé.

Quanto mudou o cenário nestes cinquenta anos fica claro quando se olha a fotografia da namorada de Joaquim Barbosa.

Não mudou nada.

Quando, algum tempo atrás, falaram que JB fora fotografado em Trancoso numa pizzaria com uma namorada, imediatamente pensei:  branca e com idade para ser sua filha.

Ao ver a foto, ali estava ela, exatamente como eu antecipara para mim mesmo.
Não sou tão inteligente assim. Mas observo as coisas.

Seria esperar demais que JB, por tudo que já mostrou, agisse diferentemente. Que estivesse mais para Ali do que para Pelé.

Os traços de personalidade já estavam claros. Numa entrevista à Veja, ele se gabou dos ternos de marca estrangeira que estão em seu guarda-roupa. Não é uma coisa pequena senão por ser grande na definição de caráter.

A partir desse tipo de coisa, você pode montar os dados básicos do perfil  da pessoa. Ou alguém imagina, para ficar num personagem dos nossos dias, um Pepe Mujica falando de grifes a repórteres?
De Pelé a JB, o Brasil sob certos aspectos marchou para o mesmo, mesmíssimo lugar.

Racismo não faltou, neste tempo todo. Faltou foi gente do calibre de Malcom X e de Muhammad Ali.

Pois é, pessoal, a esquerda é assim. Segundo eles próprios, sem a existência deles, negros ainda seria escravos por aí. Eles esquecem que foram os quarks, brancos e cristãos ocidentais, que colaboraram calorosamente para a abolição da escravidão. Que foi Lincoln, branco e conservador americano, que lutou com unhas e dentes pela libertação dos negros na América. Que foi um liberal-conservador brasileiro, Joaquim Nabuco, a dar força intelectual para o abolicionismo em terras nacionais. A contagem de fatos é interminável.

Esse pessoal fez tudo isso para que esquerdistas como Paulo Nogueira escrevam textos assim. Uma paupérrima análise socio-psicológica do negro brasileiro. Esses tais negros casando-se com loiras? Oras, tal comportamento só pode ser explicado por "Falta de consciência? Alienação? Deslumbramento? Compensação? Alpinismo social?". A mera hipótese de um negro ser livre (sim, a psicologia social de Nogueira é determinista, se for preto tem que "pensar que nem preto") e optar casar-se com uma branca por mera atração sexual ou amor sincero não existe no mundo habitado por Paulo. Lá, negros só se casam com negras.

Cansei de dizer que toda essa defesa dos negros perpetrada pela esquerda é defesa apenas até que as minorias instrumentalizadas (negros, gays etc) submetam-se à cartilha esquerdista. Um passo fora pode ser fatal (Joaquim Barbosa que o diga), o negro vira "negro de alma branca" (já me disseram que Pelé era um negro-branco). Onde já se viu um NEGRO como Joaquim Barbosa ter ternos importados em seu guarda-roupa? Isso é um absurdo! Negro só de sandália havaiana, bermuda e camiseta regata. Nada mais. Bom gosto e roupas caras apenas para brancos de classe média casados com brancas como o senhor Paulo Nogueira.

Essas são as pessoas que vociferam pela prisão de Danilo Gentili. Que desejam ver Bolsonaro fora do congresso. Que tem chiliques múltiplos quando o dia da consciência negra é criticado.

Tudo isso, meus caros, com a grana do Banco do Brasil:


I rest my case.

2 comentários:

  1. O que este povo esquerdopata não entende é que, na vida real, homens negros se atraem por louras e que louras se atraem por negros. Simples assim. Provavelmente o Paulo Nogueira deve ter perdido uma loura para um negrão e ficou com recalque. Entendo a dor de cornífera dele, mas o mercado dos relacionamentos sempre foi competitivo. É melhor ele se conformar..... heheheheeh

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  2. Meu DEUS! Ter o banner do BB no site não tem qqr relação com quem patrocina o site, mas sim com SEUS FEEDS no google.

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1. Seja polido;

2. Preze pela ortografia e gramática da sua língua-mãe.