quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

E voilá: tal como previsto, a esquerda politizou o "fenômeno rolezinho"

Por André,

Duas declarações de ministros de Dilma nesse dia de hoje confirmam o que eu disse que estava ocorrendo e se consolidaria no texto de ontem: a esquerda está politizando o fenômeno do rolezinho. Com aquele marxismo pobre e empobrecedor de sempre (que não se limita aos intelectuais de Facebook, pelo visto), os ministros declararam:

- A ministra da igualdade racial (pra que serve a ministra da igualdade racia? Pra ela reforçar a suposta diferença entre raças?):


Percebam que, para a ministra da IGUALDADE (!!!) racial, o "medo" do rolezinho é reação de brancos. Quer dizer que existe reação de branco, reação de negro e reação de amarelo, dona ministra? A igualdade racial que dá nome ao ministério onde fica?

- O ministro Gilberto Carvalho (aquele que como todos os outros analistas do assunto, é comunista contumaz):


No segundo link indicado nesse post há um belo artigo denunciando esse marxismo rasteiro e determinista presente nas análises sociais dos sociólogos de ocasião.

Como vocês podem ver, tudo que o rolezinho indica é "conflito de classe", "preconceito dos conservadores", "racismo", "denuncia de apartheid latente". E quando chamados de marxistas, os que adotam esse repertório teórico para analisar o caso, ficam bravos. Se não quiserem ser chamados assim, precisam ir além do pré-primário sociológico.

Percebam que não se trata de discussões políticas suscitadas pelo fato, mas o exato oposto, uma politização (ou instrumentalização) ostensiva dos fatos. Fiquem de olho.

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