domingo, 5 de janeiro de 2014

O apartheid social e racial da esquerda: "Nao é bom abrir vias em favelas"

Por André,

Ainda não sei exatamente qual o motivo (reação?), mas a trupe da esquerda militante virtual está em polvorosa. O que antes só fazia e dizia de maneira indireta, agora o faz de maneira ostensiva. Sem medo de disfarçar. Após Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo se espantar com o fato de negros se atraírem por loiras, o também esquerdíssimo site "Brasil 247" divulga, em artigo curto e estranhíssimo, opinião de urbanista que quer fechar favelas para a invasão da classe média:

Favela 247 - Urbanista especializado em favelas Manoel Ribeiro defende, na coluna de Fernando Molica do jornal O Dia, que não é necessário abria vias em favelas, e que os projetos de infraestrutura devem preservar o caráter popular das comunidades.

Ele acredita que a manutenção dos padrões urbanísticos originais das favelas, com suas vielas estreitas, escadarias e espaços onde não chegam automóveis fazem com que esses lugares sejam menos consumíveis à classe média, e assim, além de manterem seus aspectos originais, ainda os protegem de uma possível gentrificão.

Para Manoel Ribeiro, tanto o  Santa Marta quanto o Pavão/Pavãozinho são bons exemplos de favelas com vias não carroçáveis que permitem um bom transporte de pessoas e com manejo racional da descida do lixo, e que a instalação de hidrantes dispensaria a necessidade de vias abertas para os carros de bombeiros.
Essa é a esquerda raivosa (e hidrófoba?) virtual, pondo em prática como nunca o preceito do mestre da New Left Hebert Marcuse: "toda tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita". O racismo e a ojeriza a pobres, sempre presentes no discursos da esquerda, agora está aí para quem quiser enxergar. Está a praticar seu racismo "do bem", seu classismo "do bem" etc. etc.

Fica mais fácil entender algo que Ben Shapiro diz "políticas de esquerda obtém êxito quando fracassam". Combater o racismo e melhorar a vida dos pobres? Ora, como a esquerda vai sobreviver sem seu discurso classista e segregacionista? Como vai manter sua política de "dividir para conquistar"?

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