quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Artigo de JP Coutinho sobre a experiência das drogas em Portugal: um conservador fala sobre o tema

Por André,

Coutinho publica hoje artigo intitulado Seymour Hoffman em Lisboa, sobre o problema da legalização das drogas, experiência feita em terras lusas.

Segundo Coutinho, a previsão daqueles que são favoráveis se concretizou: tanto o consumo quanto doenças atreladas ao mesmo diminuíram em Portugal. E o país não virou "point de drogados", como outros também chegaram a cogitar. O artista que dá título ao artigo morreu de overdose na América, onde o consumo é ostensivamente proibido.

A questão é controversa. Alguns conservadores costumam se posicionar contra. A esquerda e os libertários são favoráveis.

Alguns pontos na discussão não podem ser negligenciados:

- O portador de umas poucas gramas de maconha não pode ser preso em companhia de assassinos e estupradores, o bom senso deve imperar. Isso sim é um verdadeiro convite à escola do crime.

- Na América Latina, alguns fatos devem ser levados em consideração: por que as FARC, teoricamente maior prejudicada com a legalização do consumo, é favorável? Teoricamente, a regularização, aos poucos, diluiria as facções do narcotráfico, que se tornariam obsoletas. Qual o interesse?

- Por que grupos que financiam agendas esquerdistas como Rockfellers e Soros financiaram a legalização no Uruguai. Qual o interesse?

- A postura do conservador é prudente. Por que se opor à uma legalização feita em bons moldes, privando, é claro, o contribuinte do ônus de tratar os viciados voluntários? Por que insistir na guerra bilionária perpetrada pelo ESTADO contra as drogas (indivíduos, instituições privadas, igrejas e famílias podem e devem manter campanhas contra o vício)?

Aos interessados, observem a postura do paleoconservador Ron Paul sobre drogas:

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