quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Bandido é linchado pela população após invadir creche 4 vezes

Por André,

Vi no noticiário de ontem que, após invadir uma CRECHE pela quarta vez, um bandido foi pego e linchado pela população.

Assim que vi, escrevi o seguinte tweet: 


É exatamente esse tipo de situação que Rachel Sheherazade descreveu como compreensível. A reação (ainda que errada do ponto de vista estritamente legal) da população, quando chegamos a barbárie completa.

Das outras três vezes, a policia deve ter sido acionada, ou na desesperança que nada ocorreria, nem mesmo isso aconteceu. O bandido insistiu em invadir a creche pela quarta vez, a população fez o serviço que as autoridades legais e competentes não fizeram.

Como eu disse no meu outro comentário ao caso: na Islândia, a ação e existência de justiceiros é incompreensível; certamente a polícia de lá dá conta dos punhados de casos criminosos.

Porém, na nossa situação, horrível tanto em números quanto na 'sensação' diária da população, cujos casos do menor do poste e do invasor de creches só vem ilustrar, será mesmo que os atos não são compreensíveis (realço novamente: compreensível é diferente de legal, moral ou recomendável, quem relativiza o certo e o errado é a esquerda)?

Mas há algo ainda mais curioso. Muitas vozes de esquerda, a partir desses casos, começaram a dizer que "vivemos numa barbárie", que a coisa realmente é grave. Mas eu pergunto: não é isso que nós, à direita do espectro, estamos gritando há pelo menos uma década?

Qual a única pessoa da grande mídia que vem desde então martelando nos surreais 60.000 homicídios anuais do Brasil? Insistindo que isso representa uma situação sem precedente, até mesmo para países em guerra aberta? Olavo de Carvalho.

É preciso tomar cuidado, a esquerda vai tomar a "descoberta" para si e vender sua narrativa causal e explicativa para o fato, quando já vínhamos falando disso e do horror que esses números significavam há no mínimo dez anos.

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