domingo, 2 de março de 2014

Perfil de Olavo de Carvalho é derrubado do Facebook

Por André,

Acabei de dizer no post anterior: nenhum esquerdista vira ditador por mera casuidade, fatalidade ou eventual contingência do momento. Sua teoria política é ditatorial por essência e por excelência.

Diversas páginas de não-esquerda do Facebook já foram derrubadas: 'Bolsonaro Zuero' e 'Eu era esquerdista mas a zuera me curou', de humor, Meu professor de História mentiu para mim e a última delas foi a de Olavo de Carvalho. Sempre aproveito as ocasiões para emendar: se fazem isso agora, imaginemos quando tiverem um poder real em mãos.

Eu ia manter meu site desconectado pelos próximos tempos. Estou altamente ocupado com a minha vida acadêmica, porém, vou seguir a sugestão dos amigos Luciano Ayan e Flavio Morgenstern:

Perfil do Olavo de Carvalho foi apagado do Facebok. A página Meu professor de História mentiu pra mim, idem. A militância esquerdista (não falo de pessoas com pensamento de esquerda, que votam na esquerda - falo da MILITÂNCIA) estuda cyberwar e infowar e escreve livros a respeito há anos. Têm Anonymous, MAV, manual do militante whiskambal. Tomem cuidado, porque, pela falta de argumentos e pelo vezo de tentar "consertar" a sociedade à força, continuarão fazendo isso. Tenham back-up de tudo de relevante que postarem. Criem blogs, Tumblrs e não postem conteúdo apenas em um lugar (muito menos se esse lugar é o Facebook). Mantenham links de um lugar para outro (isso é importantíssimo, o Google reconhece páginas por links confiáveis que as citem). Tenham ativos perfis no Twitter (acho estranho como a "direita" parece tê-lo deixado ser dominado pela esquerda, focando-se mais no Facebook). Organizem campanhas, façam petições, peçam em massa para seu conteúdo não ser retirado do ar. A KGB 2.0, a Securitate dos socialistas, a Stasi virtual, a al-Qaeda vermelha, a MAV-PT nunca permitirão que vocês tenham opinião livre e possam expressá-la: aprendam a não deixar todos os ovos apenas em uma cesta.
Na sequência, novas dicas muito pertinentes:
Macacada, aqui vai um exemplo de como a esquerda age na internet, e não vejo NINGUÉM (liberal, conservador, anti-petista, o raio que o parta) que consiga emplacar uma coisa dessas. Parece simples, mas é sutil (e sutileza contém muita complexidade).
Veja: a página "de humor", "inocente", que só quer "fazer uma piadinha", "apartidária", primeiro faz um belo dossiê pra esquerdista ler contra Rachel Sheherazade. Imediatamente, VASCULHA como NINGUÉM nas últimas décadas vasculhou a vida de Olavo de Carvalho e, mesmo sem ter nada substancial, pratica uma calúnia, trazendo à tona um processo no qual ele já foi inocentado desde que os tiranossauros tavam andando por aí.
Aí, agora, com 81 mil curtidas numa página absolutamente sem graça, dão uma de "investigadoras", CONCLAMAM as pessoas para fazer algo (sendo que na verdade farão tudo sozinhos) na base do "vamos investigar isso juntos?", usa hashtags pesquisadas em sites e mecanismos de SEO para analisar palavras mais usadas (querem garantir um vocabulário próprio para a militância sempre repetir e fazer uma historieta "pegar") e, olha que "sutil", EXATAMENTE quando tenta forçar uma incriminação de Aécio Neves (ué, a página não era apartidária, só de humor, só pra zoar a Rachel?), cria uma hashtag a ser repetida:#LigaçõesComAécio (bastará então clicar na hashtag e ler vários posts espalhando a mesma história).
Rola um pedido para criar conteúdo coletivo, enviando informações (as mais desconectadas que sejam, eles que vão inventar a história, e depois dizer que é "o povo" contra o principal candidato de oposição ao PT) e se termina com várias palavras de ordem que podem ser usadas tanto como gritinhos histéricos em eventos quanto como novas hashtags (nos protestos de junho, frases gigantescas como essa eram trending topics no Twitter e iam sendo trocadas a cada 15 minutos).
Parece só um post bobinho feito sem cuidado, né? Mas é nesses detalhes, com técnicas de pontuação no Google, SEO (Seach Engines Optimization, pesquisem aí), infowar e produção de conteúdo em rede (não, não temos quase nada nem mesmo parecido) que eles emplacam páginas com 80 mil seguidores e destróem reputações, como bem mostra o Romeu Tuma. O resultado final nem parece um post estudado, parece só mais uma encheção de saco de uma página monga. Mas entenderam o tipo de coisa que vocês precisam aprender a fazer agora?

Por mais que o trabalho seja simples, restrito e com um público vastamente já convencido das ideias em questão, a esquerda não tolera isso. Até um mero perfil pessoal numa rede social é um direito que alguém de opinião divergente não deve ter. Daí a importância de se registrar opiniões, em diversas plataformas. Por mais simples, informal e "irrelevante" que seja. A informação pode chegar a alguém que ainda não sabia e se manter em divulgação, mesmo quando excluída de outros meios.

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