segunda-feira, 24 de março de 2014

Robin Morgan, líder do movimento feminista americano odeia brancos, homens e pais

Por André,

Robin Morgan é uma das líderes feministas mais gabaritadas dos EUA. Atéia de pais judeus. Desde a década de 60 ela aparece da lista de fundadora e organizadora de diversas organizações feministas. É creditado a ela a fundação da "segunda onda feminista".


"Minha pele branca me enoja. Meu passaporte me enoja. Eles são as marcas de um privilégio insuportável propiciado à custa da agonia de outros. Se pudesse me livrar disso de dentro para fora eu o faria e ficaria orgulhoso disso. Se eu pudesse fazer parte dos oprimidos eu ficaria feliz"

E quanto aos demais homens:





Tomem nota:

1- Negue-se a vontade, todas essas doutrinas não passam de marxismo ruminado e regurgitado em campos que fogem da economia ou da história, e por mais que a expressão "marxismo cultural" tenha se pulverizado até significar quase qualquer coisa (a versão 'neoliberalismo' da direita orkutiana), é inegável que o feminismo militante é um de seus tentáculos mais poderosos.

2 - isso NÃO é femismo. A autora das frases se declara feminista, é uma líder respeitada do movimento feminista e seu pensamento é a consequência óbvia e imediata das doutrinas feministas.

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