domingo, 24 de agosto de 2014

ISIS faz comentaristas brasileiros descobrirem o lado político e totalitário do islamismo

Por André,

Embora as três grandes religiões do mundo sejam unidas sob a alcunha de "monoteísmo", o Islã apresenta uma característica que o distingue essencialmente dos outros dois, especialmente nos dias de hoje: suas intenções políticas. O Islã tem um projeto de poder político. Tem um direito (sharia), um exército (jihad) e até políticas sociais, como no caso do ISIS. Já indiquei alguma leitura mais técnica sobre o tema, de um universo ainda vasto e completamente inóspito no Brasil. Talvez o fenômeno chame a atenção no momento graças à adesão de "muçulmanos europeus" tidos como agentes do ISIS.

O fato é que nós, leitores de Olavo de Carvalho já estamos cientes disso há muito tempo:


Tal como pontuou Ícaro de Carvalho pontuou em seu perfil hoje:

Quando o professor Olavo de Carvalho dizia, novamente, há dez anos ou mais, que existia um plano a longo prazo e muito bem arquitetado para a tomada tanto moral quanto biológica da Europa por parte dos Islâmicos, riram dele; para variar, o mesmo de sempre: Chamaram-no de maluco, conspiracionista e todo tipo de coisa. Hoje em dia, eis os números: 
Dos 50 mil combatentes do grupo ISIS, 20 mil deles vieram da Europa e demais países islâmicos. Dos que chegam para o combate, um em cada seis vem de países Europeus, sem histórico majoritário Islâmico. A estratégia foi muito bem construída: Primeiro, o aporte em países sem tradição religiosa nas últimas décadas; Noruega, Suécia, França e Finlândia. No vácuo da fé, acomodaram-se e se multiplicaram. Converteram milhares de jovens locais com as palavras que se encaixavam como uma luva na já doente mentalidade moderna; venderam a ideia de que eram sofridos, discriminados, de que sua cultura ancestral era algo a ser preservado, uma espécie de ligação direta com algum tipo de sabedoria ancestral combatida e que valia a pena serem conhecidos, ao menos. Que a proximidade eliminaria os preconceitos e que ninguém nos dias de hoje poderia atacá-los sem que ao menos o conhecessem. Aos mais fracos e vazios, foi um convite para a conversão.

Para uma geração que nunca conheceu o perigo, o trabalho, a insegurança, o Islã serviu como uma causa, um sentido para a vida; o homem tem espaço de causa; para alguns, essa causa é deus, para outros o mercado, o estado, as artes ou literatura. Mas, de qualquer forma, o vácuo de vida é preenchido na apresentação de um primeiro objeto de adoração; o Islã converteu aos montes quem antes gritava que a religião era uma espécie de herança bárbara, que deveria ser combatida. Chegavam às mesquitas sem nenhuma noção de estratégia ou preparo mental; sem o conhecimento das habilidades da guerra pela mente que há muito tempo William Sargant tão bem havia descrito. Foram presas fáceis. Em uma mente frágil e sem propósitos, qualquer causa, bem vendida, torna-se a própria causa, a própria vida.

A grande questão, que virá logo a seguir, não são os jovens que vão à Síria para combater, mas os que sobreviverem e voltarem aos seus países, agora tendo experimentado a realidade Jihadista lá de fora, onde decapitar pessoas, estuprar mulheres e enterrar crianças vivas é algo normal. Dormem e acordam juntos, aos bandos, sentindo prazer nisso. Aos que sobreviverem, o retorno está garantido. Se misturam aos turistas, refugiados ou rapazes em férias. Eis que então a próxima fase do plano de dominação estará mais do que completa: Haverá pelo menos algumas dezenas de homens bomba prontos para agir, enfiados em seus apartamentos, trabalhando em bibliotecas, cafés e universidades, à espera do primeiro chamado. Tempos difíceis virão. Não que não tenham sido anunciados.

Para uma geração que nunca conheceu o perigo, o trabalho, a insegurança, o Islã serviu como uma causa, um sentido para a vida; o homem tem espaço de causa; para alguns, essa causa é deus, para outros o mercado, o estado, as artes ou literatura. Mas, de qualquer forma, o vácuo de vida é preenchido na apresentação de um primeiro objeto de adoração; o Islã converteu aos montes quem antes gritava que a religião era uma espécie de herança bárbara, que deveria ser combatida. Chegavam às mesquitas sem nenhuma noção de estratégia ou preparo mental; sem o conhecimento das habilidades da guerra pela mente que há muito tempo William Sargant tão bem havia descrito. Foram presas fáceis. Em uma mente frágil e sem propósitos, qualquer causa, bem vendida, torna-se a própria causa, a própria vida. 
A grande questão, que virá logo a seguir, não são os jovens que vão à Síria para combater, mas os que sobreviverem e voltarem aos seus países, agora tendo experimentado a realidade Jihadista lá de fora, onde decapitar pessoas, estuprar mulheres e enterrar crianças vivas é algo normal. Dormem e acordam juntos, aos bandos, sentindo prazer nisso. Aos que sobreviverem, o retorno está garantido. Se misturam aos turistas, refugiados ou rapazes em férias. Eis que então a próxima fase do plano de dominação estará mais do que completa: Haverá pelo menos algumas dezenas de homens bomba prontos para agir, enfiados em seus apartamentos, trabalhando em bibliotecas, cafés e universidades, à espera do primeiro chamado. Tempos difíceis virão. Não que não tenham sido anunciados.
Caso o tema seja abordado pelos especialistas nacionais, vejamos qual abordagem adotarão e se darão os créditos há quem já alertava para o fenômeno desde décadas.

Um comentário:

  1. (rsrsrs... orientação de prezar pela ortografia e gramática vai certamente criar segregação cultural. Há muitas boas ideias entre pessoas destituídas de oportunidades, mas sábias, que você perderá.)

    A questão da diversidade de povos em nosso planeta (nossa "torre de babel") certamente é um cuidado divino para que possamos nos desenvolver de forma otimizada. Reencarnações sucessivas nos tornam irmãos de nossos contendores e temos oportunidade de conviver com varias opiniões, num crescendo de socialização perfeita. Há vários milênios estamos no meio dessas lutas entre eruditos e humildes, sábios e ignorantes, cordeiros e lobos. A mesclagem entre europeus e médio orientais fará que ignorantes influenciem alguns descuidados, mas o oposto certamente também ocorrerá se a erudição, sabedoria e mansidão operarem.

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1. Seja polido;

2. Preze pela ortografia e gramática da sua língua-mãe.