quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Terrorista islâmico afirma em programa de Sean Hannity que a "sharia" vai ser implantada nos EUA

Por André,


Dias atrás rolou uma briga entre o comentarista Guga Chacra e o Felipe Moura Brasil. O primeiro, não podemos negar, vez ou outra acerta em suas análises sobre o Oriente Médio, mas ao receber um texto do Felipe via Twitter quis resolver a coisa na carteirada e disse que ele tinha mestrado no assunto (misteriosamente ou não, o texto do seu mestrado não pode ser lido no site da Columbia University). O tema era o islamismo.

Asseclas libertários de Guga compraram a briga em seu nome e disseram que Felipe é mero reprodutor dos discursos neoconservadores americanos, que muitos dos críticos do Felipe "nunca viram um árabe na vida" e que a carteirada era válida sim, mesmo com o próprio Chacra reconhecendo que não. Esses rapazes são mais realistas que o rei.

Algo que me incomoda no discurso de Guga é sua insistência no uso do termo "islamofobia". Desconheço se ele explica em que sentido usa a palavra em algum texto, porém penso que a frase de Andrew Cummings resuma um problema que circunda o vocábulo: "islamofobia" é uma palavra criada por fascistas e usada por covardes para enganar imbecis". Não que não exista genuínos islamofóbicos, guardado o significado real da palavra (desprezo ou preconceito injustificado contra qualquer muçulmano), mas é de uma inocência injustificada, especialmente para alguém que se julga especialista no assunto, usar e abusar da palavra sem fazer qualquer ressalva. É comprar o jogo malicioso e sujo da novilíngua esquerdista.

Pois bem, o terrorista Anjem Choudary é uma prova viva e ambulante do problema. Ele é radical, apoia atos terroristas, quer implantar a sharia no mundo inteiro e não, ele não vive numa teocracia islâmica, ele tem seu direito de dizer essas sandices assegurado pelas leis de uma democracia ocidental como a Grã-Bretanha.

Alguém poderia sair com o clássico "mas ele é/representa uma minoria". Not so fast, junior. Até acredito que seja verdade que ele representa uma minoria, mas sempre digo: e daí? Os hooligans sempre representaram uma minoria das torcidas dos clubes ingleses e nem por isso foram tratados com irrelevância; foram combatidos como deveriam ser. Ademais, essa questão da "minoria radical" dos muçulmanos já foi devidamente comentada: primeiro que não são tão minoritários assim e depois, para efeitos de ação, pouco importa que sejam ou não uma minoria.

Negar o aspecto político totalitário do islamismo é negar algo de sua própria natureza. A postura de Choudary não é o delírio de um fanático, mas um corolário da doutrina islâmica, como demonstravam os escritos de Sayyd Qutb ou demonstram as palavras de ex-radicais (e aqui).

Anjem Choudary

Outro radical muçulmano chamado Abu Ramaysah, em entrevista a BBC afirma, embora seja cidadão britânico, que abriria mão de sua cidadania para "integrar o califado":


Isso toca num ponto essencial da questão da imigração muçulmana: por que, em geral, eles não se integram às culturas locais? Ora, porque desde cedo lhes são ensinados os preceitos do Islã e a força e coesão cultural do mesmo é tão grande que ao incluir cultura, economia e política própria, os mesmos engolfam a cultura local e não o  contrário. Daí a tão poucos muçulmanos convertidos guardarem aspectos essenciais de sua velha cultura.

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