sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O que poderia estar por trás da secessão escocesa?

Por André,

Vivemos um momento curioso, importante e perigosíssimo para o contexto global. Os blocos de poder global estão agindo às claras, tomando medidas ostensivas que antes se restringiam ao terreno da ocupação de espaços. Putin dá cartas na geopolítica global, invade a Crimeia, peita os EUA, impede guerra contra a Síria. O ISIS demonstra sua força mostrando não que são um bando de radicais morando em cavernas do Afeganistão, Iraque etc, mas sim que também se compõem de radicais com passaporte europeu. Enquanto isso, o presidente Barack Obama joga golfe e se ocupa com seus seriados prediletos.

Os projetos de poder islâmico e russo claramente deram alguns passos adiante. E por desejarem poder global, tem interesses que, à primeira vista, podem parecer improváveis ou soarem como mera teoria da conspiração.

Esse é o caso da secessão escocesa, ocorrida ontem (e com opção pelo não com 55% dos votos). Duas notícias surpreendem:

- A Rússia alega ver fraude no referendo:

The Kremlin propaganda channel RT, meanwhile, speculated that the result might have been rigged and expressed surprise at the “North Korean” levels of turnout. 
Afshin Rattansi, the presenter of RT’s Going Underground show, said there were “international considerations”, such as the UK’s nuclear deterrent, which had affected the outcome. He said: “With the vote as close as this, with the mainstream media on one side, with a massive amount of people from Westminster running up to beg Scotland the other way, and certain recounts in certain bits of the poll, which way did the vote go, really?” 
He added: “It is normally the sort of turnout you would expect in North Korea. Usually media here would go ‘we don’t believe it. How can it be nearly 90%?’
Qual o interesse da Rússia no referendo que causaria a separação da Escócia do Reino Unido? E como ela poderia saber que o referendo foi fraudado? Possui alguma inside information?

A saída da Escócia do Reino Unido também era vista por alguns - como Humza Yousaf, radical islâmico que colaborou com campanhas anti-guerra no Iraque - como uma maneira de trazer tópicos da agenda esquerdista para a Escócia. Diversos escândalos e atos suspeitos circundam a figura de Yousaf. Quando vontades políticas aparentemente morais e inofensivas de pessoas ideologicamente controversas são frustradas é sempre motivo de alívio. É preciso agora, mais do que nunca, ficar atento a qualquer movimentação do tipo e investigar a quais interesses servem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

1. Seja polido;

2. Preze pela ortografia e gramática da sua língua-mãe.