quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Monty Phyton e o nonsense da militância de esquerda

Por André,

"Vivemos num momento realmente surrealista em que dizer que dois "iguais" não geram filhos é motivo de polêmica (...)

No filme mais engraçado de todos os tempos, "The Life of Brian" (Monty Python, 1979), que faz uma sátira impiedosa e brilhante dos movimentos revolucionários de esquerda que tomavam conta da Inglaterra e dos EUA no final dos anos 70, há uma cena em que o personagem "Stan", de Eric Idle, diz que quer ser uma mulher, que deve a partir daquele momento ser chamado de "Loretta" e quer "ter filhos".

O líder do grupo, "Reg", vivido por John Cleese, não entende como ele pode querer ter filhos: "você não tem útero! onde o feto vai ser gestado, numa caixa?". Stan (ou Loretta) diz que está se sentindo oprimido e começa a chorar.

A personagem Judith, intepretada pela atriz Sue Jones-Davies (que recentemente foi prefeita da cidade de Aberystwyth, no País de Gales), diz que mesmo sendo impossível Stan (ou Loretta) ter filhos ele (ou ela) tem o "direito" de ter filhos, o que faz todo sentido num cérebro esquerdista.
Quando Reg questiona qual é a razão disso tudo, Francis (Michael Palin) diz que é "simbólico na nossa luta conta a opressão", no que Reg responde: "é simbólico na luta dele contra a realidade". Melhor definição, impossível.

Se você ainda não viu "The Life of Brian", o que está esperando? Já houve um tempo em que era possível rir de tudo isso."

Um comentário:

1. Seja polido;

2. Preze pela ortografia e gramática da sua língua-mãe.