domingo, 18 de janeiro de 2015

Muçulmano brasileiro interrompe celebração em mesquita no Rio e apoia decapitações e Estado Islâmico

Por André,

Em debates pelas redes sociais, gente simpática aos islâmicos, ou simplesmente perdida pela discussão, insiste em me perguntar sobre quais são as "soluções" para o problema do totalitarismo islâmico que emerge na Europa (esperando, é claro, colar em mim e em outros a pecha de quase-nazista perseguidor de muçulmanos ou de favorável a bombardear o Oriente Médio inteiro). Antes de expor esses problemas que circundam o debate gostaria de esclarecer e/ou reiterar alguns pontos:

- sem dúvida esse debate é o mais cercado de falácias "red herrings" do século XXI. Tanto a carta da maioria pacífica quanto a menção a "amigos" ou a personalidades islâmicas que condenam terrorismo e atos violentos não tocam, refutam, amenizam ou relativizam o problema concreto. No cômputo geral, toda violência é oriunda de minorias: a minoria das torcidas de futebol é de hooligans, a minoria de alemães foi ou é nazista, apesar dos 60.000 homicídios anuais a minoria da população brasileira é assassina etc. etc.

- o politicamente correto, o multiculturalismo e outras modas pseudointelectuais impedem que gente inteligente condene o totalitarismo islâmico ou que sequer admita que ele é islâmico ou que exista. Numa das discussões que citei me neguei a apontar remédios antes de haver acordo quanto ao diagnóstico. Muita gente ainda está debatendo com moinhos de vento e discutindo se o estado islâmico é realmente islâmico (o ex-extremista e muçulmano liberal Maajid Nawaz chama isso de "efeito Voldemort", uma incapacidade de chamar o terrorismo islâmico de islâmico que, na verdade, só aumenta a histeria antimuçulmana)

- por mais que a maioria dos islâmicos seja pacífica, temos dois problemas: há demora, reticência ou simplesmente inexiste uma condenação cabal dos atos terroristas por parte dessa maioria pacífica - sem mencionar as pesquisas que apontam que 20% é uma estimativa conservadora para o número de muçulmanos que na verdade aprovam moralmente ações terroristas. É da natureza do islã não ter autoridades religiosas estabelecidas, portanto sempre é uma tarefa ingrata dizer que isso ou aquilo não tem a ver com o islã. E qualquer leitor do Alcorão pode encontrar o que quiser nele, inclusive justificativas para matar infiéis, adúlteras, homossexuais etc etc. O próprio Anjem Choudary se intitula um "iman", ou seja, o mais próximo de uma autoridade que o islã possui e o mesmo já foi preso por sua organização promover o terrorismo.


Dito isso, todos esses problema precisam ser assimilados, antes disso discutir qualquer "solução" para o problema é pura besteira e desperdício de tempo. Pois bem, algumas coisas que amenizariam o problema (penso que apenas amenidades podem ser discutidas agora, os terroristas da Charles Hebdo eram cidadãos franceses, ou seja, filhos da civilização europeia, certamente isso não é um problema que se resolva do dia para a noite):

- suspensão imediata do passaporte de cidadãos europeus que foram para países como Síria, Líbia, Yêmen ou Iraque tomar lições com o ISIS;

- restauração das soberanias nacionais europeias por meio da dissolução da UE e, por consequência, fortalecimento e estabelecimento de políticas imigratórias inteligentes: mais engenheiros e menos gente que vai depender de welfare e um salário mínimo;

- Diminuição gradativa do welfare state que torna as metrópoles europeias economicamente atrativas para gente sem qualificação de outros cantos do globo;

- Revisão das políticas de porte de armas (especialmente em países locais como o Reino Unido);

- Fomentar, na medida do possível, políticas de integração das comunidades não-ocidentais nas democracias ocidentais. Para os casos em que não seja possível, sempre é válida a solução proposta pelo prefeito muçulmano de Roterdã: os incomodados com os valores locais que caiam fora;

- Investigação de todo tipo de atividade suspeita, inclusive em mesquitas. Anjem Choudary já recebeu até mesmo ajuda financeira do governo inglês. Esse ponto me leva ao vídeo a seguir, um fiel islâmico brasileiro confronto o iman local, defende decapitações para infieis e veste camisa do ISIS:


- qualquer defesa pública e ostensiva do ISIS deve ser investigada e o perpetrador deve ser preso. A livre circulação de ideias totalitárias leva à impossibilidade da livre circulação de ideias, então deve ser terminantemente proibida. Ademais, qualquer célula do ISIS representa um perigo às soberanias nacionais, visto que os mesmo querem estabelecer um Estado que se sobrepõe aos estados nacionais.

Um comentário:

  1. Olá, Barreto

    Parabéns pelo blog. É um dos pouquíssimos na web que consegue ser o mais acurado o possível.

    Att, Krijger

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