sábado, 25 de abril de 2015

Genocídio armênio que vergonhosamente não é reconhecido por Brasil, EUA e Israel (!) completa 100 anos

Por André,



Cerca de 1,5 milhão de armênios cristãos foram massacrados pelo decadente império otomano e no último dia 24 o ocorrido completou 100 anos.

O massacre, classificado como genocídio por muitos historiadores, é alvo de nagacionismo por parte dos turcos. Negar um holocausto não foi a única coisa que Hitler aprendeu com os turcos, muitos de seus próprios campos de concentração foram inspirados naqueles para os quais os armenios foram enviados.


Não apenas os armênios foram vítimas dos turcos, mas também os gregos e assírios, povos residentes em territórios que haviam sido de domínio otomano. Cito deste último link:
No Holocausto, os nazistas usaram as mesmas práticas otomanas, é visível. Extermínio, marchas da morte, deportações. Queriam acabar com os armenios, não satisfeitos, partiram para os gregos e os assírios. Por isso os três sempre se ajudam nestas questões de reconhecimento — avalia a jornalista e especialista em relações internacionais Bianca La Greca, neta de uma greco-otomana. — Este é um caso marcante de ataque à cristandade, porque havia uma tentativa de dominação e imposição do Islã. O que se passa no Oriente Médio hoje gira em torno disso, da mesma forma como com os armênios, gregos e assírios. O Estado Islâmico promove um genocídio.
Ainda para quem quiser compreender mais o ocorrido, o post "O Genocídio Armênio - texto e vídeo (em comparação, o que o Estado Islâmico faz hoje é uma gota no oceano)", do blog Lei Islâmica em Ação" é uma excelente pedida.

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