segunda-feira, 11 de maio de 2015

Universitária revela a realidade do feminismo

Por André,

Segue abaixo o depoimento de uma garota, universitária e presente no movimento feminista, revelando a natureza mesma do movimento. Logo abaixo, mais uma refutação total e completa da cantilena do "feminismo não é femismo" - o feminismo é um tentáculo da militância revolucionária, esquerdista até a alma, desnecessário no Ocidente e ausente nas teocracias que efetivamente oprimem as mulheres e outras "minorias".

Segue o primeiro texto:

Este é um relato de alguém que cansou do movimento feminista universitário, cansou das mentiras e das ilusões que o movimento feminista vende. Vejam bem, não é do feminismo em si. Se o feminismo é a busca por direito de ser com plenos direitos civis, concordo totalmente. Mas se o feminismo se transforma na luta pelo direito legítimo de odiar os outros – eu só penso “ainda bem que saí desta droga”.

O movimento feminista, como todos sabem sem maiores explanações, está intimamente ligado com a esquerda. As vertentes com mais adeptas são o feminismo liberal, radical e interseccional. Resumidamente, a vertente liberal defende que os homens podem participar do movimento; a radical exclui os homens, as pessoas transexuais e admite somente mulheres; e a interseccional prega que qualquer opressão deve ser levada em conta no sistema patriarcal em que vivemos. A vertente que, na minha visão, tem mais adeptas (e que está mais na moda) é o feminismo interseccional. Pense em uma olimpíada da “opressão”: quem for mais ferrado pela sociedade ganha o prêmio e o direito de falar – a chave disto tudo é uma palavra mágica, a “Vivência”. Aí é que a situação sai do controle. Por quê? A vivência, artifício de “cala boca”, explica tudo, e serão escourraçadXaqueles que tentarem incluir no debate qualquer autor que faça minimamente uma análise social ou que tenha mais que dez páginas – em português viu? [Porque estudar é coisa de gente elitista e acadêmica, saber minimamente o próprio idioma já é quase um pontinho que você perde no bingo da opressão, aí fica chato]. Para quem não conhece, vai um exemplo: "Mas Fulano disse que...."; "Pare de me silenciar, cala a boca, eu quero que esse macho acadêmico se ***, vou chamar o moderador pra te banir do grupo agora". 

Só pra dar um pequeno panorama da guerra que existe dentro do próprio feminismo na web, as pessoas fazem listas com os nomes de "fulano e fulana" que fazem parte de qualquer outra vertente que não concordam, e compartilham estas listas no inbox alheio. Uma tática muito usada é o "racha" – alguém posta um link e diz "Vejam só que machista elitista transfóbica lesbofóbica lgbtfóbica ETfóbica X coisa, vamos lá rachar". O racha consiste em fazer um exercito online para invadir uma página e xingar todos e todo mundo que tenha uma atitude que o movimento julgue como errada. O feminismo na internet também é um ambiente favorável para a criação de "ídolos" da militância – esse aí vai ter o poder pra falar por todo mundo, e quase sempre essas pessoas que por um acaso se tornaram famosas nesses grupos, alimentam esse egocentrismo todo, um quer ser maissalvadorx da pátria que o outrx. Tudo isso se baseia em quem tem mais vivência pra falar nas olimpíadas da opressão, e não demoradamente se periga criar minis "diva" do nível de Luciana Genro, aquela figura caricata que veste os militontxs nos encontros do PSOL com as máscaras de seu próprio rosto. 

Fora da internet há muito menos barulho, mas mais exemplos de táticas:

inundar (leia-se sujar) o ambiente da universidade com cartazes de teor "Vou cortar sua pica macho; mulheres em luta; meu corpo minhas regras; fora Igreja machista; fora (insira aqui qualquer conservador conhecido); mulheres do partido (insira aqui qualquer partido de esquerda) em luta"; e por aí vai. Não preciso elaborar um raciocínio longo para mostrar que a esquerda revolucionária e o feminismo universitário se amam, se adoram, ajudam um ao outro – e que esse amor por depredar o bem público, desde pixar banheiros até invadir e quebrar a universidade, só pode ser resultado da mistura dessas duas paixões nas mesmas mulheres.

Mas como essa doença se instaura na cabeça de alguém? Como se chega a tal ponto? Como eu faço para que uma amiga minha não caia nisso? Cuidado: quanto menor a autoestima, mais fácil de cooptar uma mente, e logo, não será o feminismo que pensa assim, mas VOCÊ.

Ué, mas não era o feminismo que fazia a cabeça das mulheres, por que falar em você agora? Porque as mulheres internalizam isso. Imaginem só, quanto mais frágil e sozinha é a moça, mais fácil é que ela seja convencida de que o mundo é uma coisa tenebrosa, nojenta, de que os homens são os vilões de tudo, e o pior: de que ela é INCAPAZ. E de que o feminismo é um GRUPO seguro. Para ser gente, você PRECISA dele. Fascista? Jamais, fascista é a direita, viu?!

Essa é toda a base do movimento feminista atual, a ideia de que a mulher não é autônoma, ela sempre está submissa a algo (sistema) ou alguém (homem). Não tem autonomia própria, não tem pensamento próprio, não tem capacidades, não pode pensar por si mesma, porque o mundo é um lugar machista e inseguro. Você, mulher, só será feliz dentro do GRUPO. 

E quem discorda ou sai disso, o que acontece? Cinco possibilidades: a primeira é que a direita te comprou, a segunda é que você só está reproduzindo opressão, a terceira é que você não sabe mais o que faz, a quarta é que “suas amigas” vão usar a tática da espiral do silêncio e te deixar o mais sozinha possível, e a quinta é que – PASMEM – muito provavelmente há um homem fazendo a sua cabeça e te levando pro mau caminho. 

É por isso que virei conservadora. Peço que se vocês, principalmente mulheres, que virem uma moça nessa doença de feminismo vermelho, a ajudem, pois no fundo só está com os parâmetros errados. Não vamos mentir: o objetivo do feminismo é que a mulher se destrua tanto que não consiga sair mais dele. E é por isso que este texto não tem assinatura. Ainda não tenho coragem de me revelar conservadora. Só restou o medo.


E segue o segundo, retirado do blog "Odeio Homens":

Eu odeio os homens. Sim, eu sou uma feminista. Não, nem todas as feministas odeiam os homens. De fato, a maioria delas ama os homens. Neste ponto eu começo a me perguntar POR QUE qualquer mulher com metade do cérebro funcionando NÃO odiaria os homens. É uma atitude totalmente paradoxal as mulheres não odiarem os homens apesar de todas torturas que eles infligem sobre elas, suas crianças, e uns aos outros. Talvez essa seja uma razão do insucesso do feminismo. Eu acredito que a fim de pararem de ser pisadas e mantidas debaixo das solas dos sapatos de homens idiotas e cruéis, as mulheres terão que aprender a odiar os homens, pelo menos um pouco.

Apresento aqui uma lista de boas razões para odiar os homens:

Estupro

Estupro em gangue

Estupro estatutário

Torturas

Assassinatos

Guerras

Destruição ambiental pelo bem dos “empregos”

Espancamento da esposa/namorada (muitas vezes seguido de morte)

Degradação das mulheres na arte, literatura, publicidade, etc.

Pornografia

Prostituição

Incesto

BDSM

Mutilação genital feminina

Tráfico sexual de meninas e mulheres 

Uso das mulheres como objetos de troca 

Discriminações contra as mulheres nas profissões

Assédio sexual no ambiente de trabalho, universidades

Assédio sexual nas ruas

Intrusão na privacidade, no espaço pessoal e corporal das mulheres

Impedimento da liberdade de movimentos das mulheres

Proibições à livre expressão das mulheres

Forçar o véu às mulheres

Forçar códigos de vestuário "feminino"

Forçar embelezamento às mulheres

Forçar gravidez e parto

Dar ao feto mais direitos do que à mulher em cujo corpo ele está crescendo

Negar poder político, social e econômico às mulheres 

Constranger a criatividade feminina e negar às mulheres acesso a extensas áreas do conhecimento social e avanços culturais

Construir, legitimar e perpetuar instituições baseadas na inferiorização, discriminação, humilhação, exclusão e exploração da maior parte da população.

Então alguém poderia dizer: “Ei, muitos homens fazem essas coisas, mas existem aqueles que são exceções”. Ok, mas em meio a todos os homens que você conhece aposto que se pode contar nos dedos de uma mão aqueles que sabidamente não realizam essas atividades, aqueles que são “bons”. E quando eu quero dizer “bom”, de acordo com essa descrição, não significa nem “bom” de verdade, apenas “não ruim”, como em “não malvado e sem empatia”. Particularmente eu jamais conheci algum homem que não pratique ou dê apoio a pelo menos 2 ou 3 dessas atividades listadas. Acredito que nem todos os homens realizam tais ações ou deem suporte a elas, mas todos eles se beneficiam, mesmo que passivamente — e ele nem precisa executar nenhuma dessas atividades, contanto que outros homens o façam —, como membros da classe privilegiada que estabeleceu seu domínio e continua a reforçá-lo continuamente.

Todos e cada um deles se beneficiam da dominação das mulheres.

Eu odeio os homens, mas não os odeio o tempo inteiro nem a todos eles (bem, pelo menos não todos o tempo inteiro). Várias mulheres odeiam os homens, apesar de muitas vezes não adimitirem nem para si mesmas. Algumas mulheres(dentre as quais eu me incluo) têm um profundo desgosto pelos homens e têm consciência disso, mas muito diferentemente de todos os homens que odeiam as mulheres, as mulheres que odeiam os homens não estão espancando-os;estuprando-os; matando-os; perseguindo-os; tirando seus direitos civis;impedindo-os de ter suas escolhas reprodutivas; defendendo que eles sejam estuprados por mal comportamento; ou qualquer uma das torturas infligidas sobre as mulheres tão frequentemente que elas não ganham nem uma pequena nota nas páginas detrás dos jornais, a menos que o crime tenha algum valor sensacionalista. Acima de tudo e apesar da crença altamente difundida, as odiadoras de homens não estão lutando para ter o poder de fazer todas essas coisas contra os homens, mas para poder impedi-los de fazerem contra as mulheres.

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