domingo, 21 de junho de 2015

O ataque à igreja da Carolina do Sul e a tipificação da agenda da esquerda americana

Por André,

O caso ocorreu numa "gun free zone", ainda assim, a esquerda usa o caso para avançar sua agenda desarmamentista.

O sujeito publicava fotos queimando bandeiras dos EUA, coisa que qualquer um que conheça minimamente os EUA sabe que é MUITO mal visto entre os americanos, mas a esquerda vai usar o caso para dizer que o sujeito é um exemplar nato do americano relativamente comum.


A governadora da Carolina do Sul, parda e conservadora, quer pena de morte ao sujeito, mas a esquerda usa o caso para reforçar a narrativa de que só porque o sujeito é branco tem algum tipo de privilégio.

Além de negras, as vítimas eram cristãs, o que não representou qualquer empecilho para que o psicopata as matasse

Last, but not least, a Carta Capital, revista preferida entre 8 a cada 10 frequentadores da Virada Cultural aproveita o caso pra reforçar a narrativa de que todo mundo que não é de esquerda está à beira de cometer um ataque terrorista contra negros. Todo mundo que não é de esquerda é um nazista real ou potencial; se não matou nenhum negro ou gay ainda, quer fazê-lo. 



E vocês achando que essa guerra política pode ser resolvida apenas com o puro e simples debate de ideias.

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