domingo, 11 de setembro de 2016

Jornalismo de esquerda e a mentira como método

Por André,

Já tive a oportunidade de expor a peça de mentiras que é o jornalista Glenn Greenwald em outras oportunidades. Embora o próprio tenha angariado fama após o caso Edward Snowden, prefiro caracterizá-lo por suas outras características peculiares: um judeu homossexual que acha que o Hamas não é tão mau assim e que a islamofobia é um dos maiores problemas que vivenciamos. Tudo isso, evidentemente, dito desde a América. O termo em uso crescente nas redes sociais e na imprensa anglófona "regressive left" tem muitos débitos com Greenwald também, exatamente pelos seus posicionamentos radicais e obtusos.

Greenwald é casado com um político brasileiro filiado ao PSOL e desde então tem coberto a política brasileira e, como era de se esperar, acusado o "golpe" em curso no Brasil (golpe este perpetrado por absolutamente TODAS as nossas instituições, certamente os americanos que comprarem essa cantilena terão sua crença que somos uma república de bananas reafirmada).

Vejam o seguinte tweet e comentário de Greenwald, onde o sujeito posta uma notícia de JUNHO, que cataloga desde MARÇO o número de moradores de rua mortos em SP (administrada pelo PT com Haddad "recolhendo" os cobertores dos moradores doentes) e conecta o ocorrido às "medidas de austeridade do novo governo":

https://twitter.com/ggreenwald/status/743463657829470208

Questionado pela absurdidade do que escreveu, Greenwald não apenas não negou, mas disse que o Twitter existe para esses fins mesmo: se aproveitar de "ambiguidades" (mentiras) para atacar os adversários:


Eis o jornalismo de esquerda em sua quintessência. 

A guerra de narrativas está aberta como nunca. Quem se interessar pelo assunto, há a palestra de Alexandre Borges sobre o tema e eu mesmo já escrevi sobre o assunto (aqui e aqui). O episódio recente do "aumento" da jornada de trabalho para 12 horas diárias também é deveras ilustrativo no problema do reforço de narrativas.


Um comentário:

  1. Homosexualismo, sendo judeu ou não, num mostra tatno ódio aos judeus e tatno amor ao PSOL..Talvez uma terapia explique ou talvez num tenha tratamento, mas seria apropriado...caso contrário, tem que ser combatido como todo inimigo...nada mais..chega de agressão a comunidade...

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