quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Documentando o racismo da esquerda: o caso Fernando Holiday

Por André,

Vale lembrar que o tratamento conferido a Joaquim Barbosa foi exatamente o mesmo:

Caso 1.

Caso 2.

Caso 3.

Caso 4.



Marcos Sacramento, escrevendo para o Diário do Centro do Mundo – no vomitivo texto Quantos mandatos Fernando Holiday do MBL cumprirá até tornar-se negro?– radicalizou no lançamento de conteúdo racista contra oponentes.

No texto mais racista do ano, ele escreve: “Embora na aparência e na conta bancária Holiday seja o oposto dos caciques do DEM, no campo da ideias é cheio de afinidades. Tem obsessão contra o PT e espezinha as políticas de cotas e de promoção da diversidade. Grita contra a corrupção ao mesmo tempo que ignora o extermínio anual de 23 mil jovens negros.”

Segundo o conteúdo abjeto, o discurso de Holiday “parece mais o discurso de algum milionário branco de 60 anos, bisneto de latifundiários e com residência de inverno em Campos do Jordão.”

No fim, Sacramento cita a obra de uma psiquiatra e psicanalista de extrema-esquerda, Neusa Santos Souza, que defende a seguinte tese, vergonhosamente racista: “Ser negro não é uma condição dada, a priori. É um vir a ser. Ser negro é tornar-se negro”.

Com esse mote, Sacramento conclui: “Ainda há tempo para Fernando Holiday tornar-se negro”.

Não há maior racismo do que negar as características inerentes de um indivíduo. Com essas passagens, Marcos Sacramento demonstrou que não há mais limites para a prática do racismo por parte dos bolivarianos.

Tudo bem que já estamos acostumados à gente que “faz o diabo” para vencer politicamente. Mas desta vez, Sacramento se excedeu, até mesmo para os padrões anticivilizatórios da extrema-esquerda.

Se impõe para todos nós uma polarização moral: os que se posicionarem a favor de Fernando Holiday, neste caso inaceitável de agressão, e os que ficarem do lado do racismo, praticado por Sacramento.

A atitude do blogueiro petista faz jus à Ku Klux Klan. Infelizmente (para os racistas), e felizmente (para os adeptos da liberdade), a agressão gratuita e imperdoável de Sacramento não sairá barata.

E vale lembrar que o blog Diário do Centro do Mundo, que publicou tal agressão – um blog gerido por um branco, Paulo Nogueira, diga-se de passagem – recebeu cerca de R$ 1 milhão do governo petista só no início de 2016.

Holiday bem que poderia processá-los. Seria uma atitude pedagógica.

É preciso lançar uma mensagem clara: a escravidão já acabou. Ninguém tem mais o direito moral de dizer “este é um bom negro” ou “este não é um bom negro”.

Em suma, não perdoem a agressão inaceitável de Sacramento.

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