quinta-feira, 23 de março de 2017

Novas regras para identificar terroristas

Por André,



Ontem em falei que o "atacante" (termo do Globo pra se referir a terrorista) de Londres era muçulmano antes da informação sair em qualquer canto da mídia ou até mesmo antes das fotos começarem a pipocar.

Qual meu critério? Muito simples.

Eu cheguei em casa pro almoço e fiquei sabendo do ocorrido com um plantão da rádio Jovem Pan. Na hora pensei: faz 3 horas que o atentado aconteceu. Essa informação me bastou para poder afirmar que se tratava de um terrorista muçulmano.

Apliquei esse critério em outros casos e o método tem uma margem de acerto de 100%: quando mais retardam a divulgação da identidade do sujeito, pode ter certeza que é muçulmano.

Se fosse um "radical de extrema-direita" a informação seria divulgada em muito menos tempo. Até mesmo porque isso reforça a narrativa que interessa aos poderes vigentes da "ascensão da extrema-direita xenófoba", do perigo da "onda conservadora" etc, ao passo que esses mesmos poderes ficam cheios de dedos para declarar a identidade dos terroristas, quando não, muitas vezes, sequer desejam divulgá-la (o governo alemão tentou essa com os ataques de Colônia).

Não falha.


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