domingo, 16 de julho de 2017

Denúncia grave: partidos de extrema-esquerda cooptam crianças e estupram garotinhas

Por Trip,

Confiram importante trecho da entrevista com Marília Coutinho (irmã do cartunista Laerte), hoje importante halterofilista brasileira, doutora em Biologia, mas que passou maus bocados na adolescência com os "amigos" comunistas da família:

"O quanto sua relação com o levantamento de peso mexeu com a sua identidade?" 
Aconteceu mais de uma vez. Fui uma criança “problemática”. Tinha pouquíssima capacidade de comunicação, dificuldade de interpretar ações não verbais, medo e depressão. E tinha surtos de violência quando sentia medo. Até que tive a oportunidade de fazer esportes. E foi algo muito disciplinador e ajudou a integrar pedaços de mim que estavam perdidos. Fiz atletismo, vôlei, fui campeã brasileira de esgrima. E isso me deu muita estrutura. Aquilo era a minha vida, até que eu fui arrancada do esporte...

"Como assim, arrancada?" 
Foi quando o Partido Comunista Brasileiro achou que eu tinha que parar com aquele desvio pequeno-burguês. Eu tinha 15 anos... 
"Mas você já era do partido comunista nessa idade?" 
Não, mas o meu entorno era. Irmãos, amigos da família. E eles exerciam um poder enorme sobre a gente. E em determinado momento um deles chegou pra mim e disse: “Olha, chegou a hora de você largar essas coisas e entrar na luta. A vida do militante tem que ser exclusivamente a revolução. E acabou”. O discurso era muito persuasivo, principalmente para uma adolescente culta, sob uma ditadura. Aquelas pessoas destruíram parte da minha vida. 
"Destruíram de que forma?" 
Eram violentos. Fui muito maltratada dentro das organizações de esquerda. Primeiro no Partido Comunista Brasileiro. Mas pelo menos no Partidão era só tortura psicológica. Bem melhor do que na outra organização da qual eu fiz parte, a Convergência Socialista, hoje o PSTU. Lá eu fui estuprada... E tinha que suportar, porque contar seria traição. A luta era mais importante – e os homens eram mais importantes. As militantes de base eram obrigadas a fazer sexo com os líderes. Tem militantes de uma geração anterior à minha que não sabem se foram mais agredidas pelos torturadores ou pelos companheiros. E eu era uma menina novinha, 16 anos, loira, de olho azul... prato cheio.

Resta ainda alguma dúvida para alguém que, se não ficamos sabendo disso antes, é porque há um domínio praticamente absoluto da narrativa histórica por parte da esquerda? Alguém acredita que Marília foi a única vítima desse tipo de coisa? Vocês têm notícia de militares estuprando filhas de colegas por prazer sádico?

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