quarta-feira, 19 de julho de 2017

Por que a rede Globo emplacou a ideologia de gênero?

Por André,

Um dos mitos que "fez minha cabeça" (no sentido que sempre estive a pensar nisso, seja por doutrinação direta, seja por reflexão própria, seja por ler algum artigo de opinião etc) - não apenas a minha, a de muita gente, é a ideia que de alguma forma a Rede Globo é um bastião do direitismo, algo que, politicamente, se encarna - segundo os defensores da ideia - numa defesa enviesada do PSDB. Lembro de ouvir essa cantilena em sala de aula durante meu ensino médio.

A coisa é tão histérica que lembro de gente sugerindo que o reclame em comemoração aos 45 anos da Rede Globo era uma forma velada de propaganda para o PSDB.

Pois bem, eu consegui observar muito rapidamente, assistindo a UM único intervalo comercial da emissora, a simpatia pela ideologia de gênero em pelo menos quatro atrações: a novela com a mulher trans gay ("A Força do Querer", onde a criadora Gloria Perez é assessorada por uma trans para construir a narrativa); o programa da Fátima Bernardes, que traz o tema diariamente na hora do seu café da manhã; a "novela" Malhação que agora conta com o subtítulo (sic) "viva a diferença" e o letreiro do programa "Video Show", cuja letra "o" é recoberta por um arco-íris.

Quem via propaganda subliminar pró-tucana no comercial de 45 anos da Globo vai admitir que a emissora passa por um nítido movimento propagandístico da ideologia de gênero?

Nos EUA estima-se que 0,3% da população apresente alguma forma de transgeneridade, quem está por trás da propaganda diuturna do modo de vida de 0,3% da população e qual a origem de tanta "preocupação"? Quando o pessoal que vê na Globo a defensora dos direitistas nacionais vai se fazer essa pergunta?

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