quinta-feira, 21 de setembro de 2017

"Ela caminha em Beleza", por Lord Byron

Por André,



She walks in beauty, like the night 
Of cloudless climes and starry skies; 
And all that’s best of dark and bright 
Meet in her aspect and her eyes; 
Thus mellowed to that tender light 
Which heaven to gaudy day denies. 

One shade the more, one ray the less, 
Had half impaired the nameless grace 
Which waves in every raven tress, 
Or softly lightens o’er her face; 
Where thoughts serenely sweet express, 
How pure, how dear their dwelling-place. 

And on that cheek, and o’er that brow, 
So soft, so calm, yet eloquent, 
The smiles that win, the tints that glow, 
But tell of days in goodness spent, 
A mind at peace with all below, 
A heart whose love is innocent!


Ela caminha em beleza, tal como a noite
de clima desanuviado e céus cintilantes;
e tudo que de melhor há no brilho e na escuridão
encontre em seu semblante e em seus olhos;
aquela luz tenra e amadurecida
cujos céus negam aos dias ofuscantes.

Uma sombra acrescida, um raio de luz excetuado,
teriam cortado ao meio sua graça inominável
que ondula em cada uma de suas madeixas negras,
ou que suavemente ilumina sua face;
Onde os pensamentos se expressam dócilmente
e se mostra quão pura e querida é sua morada.

E em suas bochechas, bem como em sua fronte,
seus traços, tão suaves, tão calmos e, ainda assim, eloquentes,
os sorrisos que triunfam, o tom de pele que enrubesce,
falam apenas de dias em que a bondade prevaleceu,
Uma alma cuja paz a todos transparece,
um coração cujo amor é inocente!
(Tradução André Assi Barreto)

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